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segunda-feira, dezembro 31, 2007

Resolução de ano novo: aposentadoria, por invalidez, aos falsos e despersonalizados.

O tempo urge. Não me ocuparei mais com gente escorradia e sem opinião.
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PS. em 2008, também vou querer saber os nomes das namoradas do Reynaldo Gianecchine e do Bruno de Luca.

sexta-feira, dezembro 21, 2007

Amigo Oculto, atualizado

Claudia Dialho tirou Patrícia Brandão, que tirou Lelé Guimarães, que tirou Carol Sem Paio, que tirou Betty Pinto(sa) Guimarães, que tirou Leda pagode na Lage, que tirou Leda Lúcia Galdeano (e sua camélia com tímpanos), que tirou Ariadne Coelho, que tirou Arlindo Galdeano, que tirou Caco Gerdau, que tirou Narcisa Tamborindeguy, que tirou Bruno Astuto, que tirou Hildegard Angel, que tirou Nina Chavs, que tirou Lily Marinho, que tirou Helô Guinle, que tirou Maria Helena Guinle, que tirou Georgiana Guinle, que tirou a Ana Sillos, que não tirou ninguém, porque não anda podendo comprar presentes.

Bruna Pagodiño tirou Gilberto Chateaubriand, que tirou todos os condôminos do Diários Associados, que tiraram o Julio Lopes (depois daquele grampo telefônico), que tirou o Marcio Fortes, que tirou o Éder Meneghine, que tirou a Glorinha Severiano Ribeiro (ela aproveitou e rezou o terço, pois tem medo de veados), que tirou o Jair de Ogum, que tirou o bispo Macedo, que tirou o Mohammed Ali Kamel.

Vera Loyola tirou a Maninha Barbosa, que tirou a Jamila Barroso, que tirou o Stênio Garcia (ele aproveitou e pôs mais Corega), que tirou o Hugo Carvana, que tirou o Barretão (o da vida real), que tirou o Nelson Mandela, que tirou o George WC Bush, que tirou o Seu Osama, que tirou a Liége Monteiro - varetando-a em direção ao Vaticano, pensando tratar-se de um coquetel molotov. Minha santa Benazir!

Helena Gondin tirou o doleiro Piano (seu antigo anunciante), que tirou o Edemar Cid Ferreira, que tirou o João Dória, que tirou o Amaury (ele aproveitou e pôs mais botox), que tirou o dono da Editora Símbolo, que tirou o Roberto Civita, que tirou o Nelson Tanure, que tirou o Carlos Alberto Serpa, que tirou o Gilles de Lascar, e a biba regurgitou até os bofes.

Fernando Collor tirou a Rosane Collor, que tirou a Tereza Collor, que tirou o Alexandre Acioly, que tirou o Daniel Sabá, que tirou a Bianca Teixeira, que tirou a Keka Gama Lobo, que tirou Beth Garcia, que tirou o Sombra, que tirou o RPM, que tirou a Fernandinha Babosa, que tirou a Patrícia Alencar, nora do governador Marcelo Alencar, que tirou o MC Ferrou, ou será o MC Deu Mal?

Guilherme Guimarães tirou a empolada Julinha Aquino Rego, que tirou a Pirilena Lacerda, que tirou a Lu Lacerda, que tirou a Joyce Pascowitch, que tirou o Otávio Frias Filho, que tirou o Júlio Mesquita Neto, que tirou o Domingos Alzugaray, que tirou o Mino Carta, que tirou o Diogo Mainardi, que tirou o Gore Vidal, que não tirou ninguém porque a biba está enorme de gorda e cansou a beleza.

Alda Soares tirou a Ísis Penido, que tirou o Dom Eugênio Salles, que tirou o Clodovil, que tirou o Ronaldo Ésper, que tirou a Adriane Galisteu, que tirou a Viviane Senna, que tirou a Marcela Prado, que tirou a Xuxa, que tirou a cantora Simone, que tirou a Fernanda Colagrossi, que soltou os cachorros na Lilibeth com seu Negão.

Artur Xexéo tirou a Maria Cristina Nascimento Brito, que tirou a Iesa Rodrigues, que tirou a Regina Guerreiro, que tirou a Patrícia Carta, que tirou a Érika Palomino, que tirou a Siri do BBB (porque são parecidíssimas), que tirou o Diego Alemão, que tirou o Gianecchini, que tirou o Fernando Torquatro, que tirou o Sérgio Mattos, que tirou o Rômulo Arantes Neto, que tirou a traveca da Prado Júnior, que deve ter tirado alguém, depois de botar um pouquinho, é claro.

Sérgio Cabral tirou Antony Garotinho, que tirou o presidente Lula, que tirou o Fernando Henrique Cardoso, que tirou a Heloisa Helena, que tirou a dona Mariza Letícia, que tirou a dona Ruth (depois de pôr mais botox nos lábios), que tirou a Miriam Dutra, que tirou a Mônica Veloso, que tirou a Verônica Calheiros, que tirou a barriga da miséria alagoana. Madame Calheiros, e seus roliços tornozelos, tirou a Glória Maria, que tirou a Renata Ceribelli e quase teve um qüiproqüó, porque as duas já se engalfinharam na redação do "Fantástico" - precisou o Geneton chegar para apartar.

Wolf Maia tirou a Isabeli Fontana, que tirou o Henry Castelli, que tirou o Carmo Dalla Vechia, que tirou o Leonardo Brício, que tirou o Leonardo Vieira, que tirou a Lola Batalhão, que não tirou ninguém, pois está ocupada querendo de volta a boca que emprestou para a Isis Monteverde.

Rogério Zylbersztajn tirou Napoleão Fonyat (houve puxão de cabelos, porque ambos queriam tirar o André Rezende - mas que cabelos?), que tirou o Luiz de Freitas, que tirou a Jane Rosé Klarnet, que tirou a Globeleza, porque ambas são muito parecidas fisicamente, até no cabelo canecalon.

Cidinha Campos tirou o Eduardo Cunha, que tirou todos os funcionários de Furnas, que querem tirar o Luiz Paulo Conde, mas ele não larga o osso.

Miriam Leitão tirou os donos do Porcão, que tiraram o secretário da Receita Federal, que tirou a Eliana Tranchesi, que tirou a Regina Lundgreen, que tirou o Ênio Carlos Bittencourt, presidente da Saara, a quem vai processar por concorrência desleal.

Carolina Dieckman tirou Sabrina Sato, que tirou a Glorinha Paranaguá(ssu), que tirou a Mulher-Samambaia, que tirou a Andréa Castiñera, que tirou a dona da Termas 117, que tirou o Dom Euzébio, que tirou a Neyde Aparecida, a das Perucas Lady.

Ana Bentes tirou o Jaquito Kappeler, que tirou todos os ex-funcionários da Bloch, aos quais mandou entregar um ovo injetado com formol, presente do Boninho, que tirou o Roberto Talma, que tirou o Daniel Filho, que tirou o Mario Gomes, que não deseja tirar desde os anos 80, mas não consegue - acostumou.

Suzana Vieira tirou a Rudy, que tirou o Jean Yves, que acha que tirou a Chanel, mas ele não é Yves Saint Laurent (acorda, biba), que tirou a Betty Faria, que deve mudar de cirurgião plástico, que tirou a Glória Menezes, que tirou o entregador de pizza que há anos inferniza a vida de Tarcísio Meira, que tirou o Dado Dolabela, que se tirar pra fora, no Coqueirão, até o vendedor de biscoitos Globo cai de boca.

Lise Grendene tirou a Rebeca Gusmão, que tirou a Ana Paula Arósio, que tirou a Ana Beatriz Nogueira, que tirou a Patrícia Pillar, que tirou a Ana Carolina, que saiu cantando “É isso aí”.
Maria Bethânia tirou a Vanja Leonel, que tirou a Margareth Menezes, que tirou a Ivete Sangalo e chamou a Daniela Mercury para o pau, e esta foi correndo, contrariando todas as expectativas.

O lutador de sumô Patrícia Hargreaves tirou a deputada Magesi, que tirou o Marcelo Borges, que quis tirar a Rainha Elizabeth, porque agora ele é condessa sereníssima.

Beth Serpa tirou a Milu Camarão, que tirou a Ângela Alhante e foi almoçar, porque Camarão ao Alhante lembra muito o Antiquarius. Regina Rique tirou a filha Luciana (elas se amam), que tirou o Jesus Sangalo, que tirou a Lícia Fábio, que mandou fazer um despacho para descompensar aqueles não sei quantos quilos de ebó.

segunda-feira, dezembro 17, 2007

Momento relax



O bom ator Alexandre Slaviero, que adora pescar, em recente viagem ao Pantanal.

Esse Caco Johannpeter é um homem corajoso, mesmo

Li que ele está "apaixonado" pela Naomi.

Para quem não está ligando o nome à pessoa, trata-se do ex-marido da Narcisa Tamborindeguy.

Não diga nada, por favor. Só admire

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. clique na foto, faça um pôster e pendure na sala de TV

Há momentos em que nenhuma palavra precisa ser dita

Fixação que a nossa press tem por doidos-varridos gringos - não bastam os nossos

Acabei de ler em um site por aí:

"Fotógrafa brasileira é agredida ao tentar clicar Naomi Campbell em São Paulo".


E tenho uma sugestão de mote para a torcida do Flamengo, a mais elegante do Rio:

Aha, uhu, ô Naomi eu vou comer seu bolo!

sábado, dezembro 15, 2007

Niemeyer diz que leitura é fundamental

Em livro, mestre anuncia a criação da Escola de Arquitetura e Humanidades para abrir horizontes às novas gerações
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Uma vez, em seu escritório com vista para o mar, na Avenida Atlântica, Niemeyer observou, "espantado", o diálogo entre duas estudantes. A primeira dizia estar lendo "um livro de Eça de Queiroz", no que a outra rebateu com a seguinte pérola-indagação: "Esse Eça é filho da Raquel de Queiroz"? O gênio da arquitetura lembra a cena em seu mais recente livro, "O ser e a vida", lançamento da editora Revan, cujo objetivo, diz o autor, é contar como a leitura "foi importante" em sua vida, dando "um sentido mais amplo, mais modesto, diante deste universo que nos encanta e humilha".
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O diálogo entre as mocinhas foi por demais impactante, que Niemeyer considerou a urgência de "intervir no processo de formação da juventude" brasileira, para dar a alunos de cursos superiores "uma visão mais ampla e abrangente dos problemas que iriam encontrar pela frente, palestras paralelas, cursos de extensão, algo que lhes revelasse a realidade perversa que os espera". Ponto de partida da Escola Oscar Niemeyer de Arquitetura e Humanidades.
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Aberto com carta assinada por Fidel Castro, datada de outubro deste ano, "ano 49 da Revolução", acentua, o livro tem a marca do doutor Oscar: todo em branco-e-preto, com capa dura e poucas páginas (perto de 50), além de alguns dos seus desenhos. "Ler é uma couraça contra todo tipo de manipulação", testifica o presidente de Cuba.
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Niemeyer conta, "comovido", que um dia, ainda jovem, o amigo Rodrigo Mello Franco de Andrade lhe disse: "O importante é ler, informar-se, sobretudo do que ocorre a nossa volta, conhecer a língua, os escritores mais fundamentais". Ele seguiu o conselho. "Com entusiasmo", passou a se dedicar a todo tipo de leitura, e não apenas a textos sobre arquitetura. Foi além: quis saber como os escritores eram "na realidade".
Ficou encantado quando soube, por exemplo, que o "modesto" Machado de Assis descia todo dia no bondinho do Cosme Velho para a Academia. E a lista de exemplos de encantamento do mestre é longa.
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Ele cita Graciliano Ramos, "meu companheiro na célula do PCB", Jorge Amado, "velho e querido camarada, alegre e desinibido como as personagens de seus romances", Carlos Drummond de Andrade, Vinicius de Moraes e Chico Buarque, "que representam o que há de melhor na poesia brasileira".
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O economista Carlos Lessa, que também apresenta a edição, vizinho de página de Fidel, diz que acha "nuclear" a meta de Niemeyer, de possibilitar ao estudante a navegação sobre as contingências "e exercer sua liberdade em prol do processo civilizatório. A Escola Oscar Niemeyer de Arquitetura e Humanidades será o ponto de partida de uma nova curva biográfica para seus estudantes", filosofa.
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A vontade de conhecer os escritores que o seduziam levou Niemeyer a querer deles também o teor da correspondência. No livro ele lembra das cartas de Mário de Andrade para Lima Barreto, "como gostei", das missivas de Flaubert, Eça de Queiroz e James Joyce. "E, mais longe, das de Voltaire", acentua. O mestre das curvas concretas enfatiza que a leitura foi muito importante em sua vida.
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Mesmo as histórias policiais não ficam de fora. "Acho que li todos de Simenon", recorda. "Os amigos se espantavam, argumentando que neles nada havia de conteúdo importante. Lembro-me da ocasião em que os fulminei, dizendo que em suas `Cartas ao Castor' Sartre confessava que em um dia havia lido três romances de Simenon", se diverte.
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"Sem a leitura o jovem sai dos cursos superiores desprovido do conhecimento da vida, deste mundo difícil que vai encontrar pela frente", atesta Niemeyer. Para ele a idéia de fazer brotar o hábito da leitura na garotada não deve se limitar aos que chegaram à universidade, mas precisa ser prática entre todos, começando na escola primária.
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Seu Oscar lembra o amigo Darcy Ribeiro e sua proposta do Ciep, a escola que "deu ao problema do ensino uma solução mais humana, mas que, infelizmente, foi interrompida por motivações políticas". Claro que o comunista dispara sua munição contra o capitalismo. Em seu entendimento, o desinteresse, por parte dos jovens, pelos problemas graves da humanidade, como pobreza e violência, é reflexo do regime que prega o poderio do dinheiro. Os jovens de hoje só têm como objetivo de vida "competição, poder e riqueza".
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Um dia, um companheiro de trabalho, rapaz "modesto", manifestou o desejo de estudar arquiteura. Niemeyer fez uma contraproposta: pagava o curso para o colega, desde que ele se comprometesse a ler dois livros por mês. "Hoje, já às vésperas de se graduar", conta o mestre, "recordo como esse fato comprova a importância que dou a toda iniciativa para estimular nos jovens esse hábito indispensável", prega, definitivo.
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O SER E A VIDA - Livro de Oscar Niemeyer com 48 páginas. R$ 38. Pode ser encontrado em todas as livrarias do Brasil

Marco da arquitetura mundial

Palácio Gustavo Capanema foi projetado a muitas mãos de grandes artistas, como Niemeyer, Lucio Costa e Le Corbusier

O Palácio Gustavo Capanema fica onde o vento faz a curva. Literalmente. Os 16 andares (27.536 metros quadrados) projetados a muitas mãos (entre elas, as de Oscar Niemeyer e Lúcio Costa) estão equilibrados sobre um paliteiro de concreto de 10 metros de altura, pilotis bem arrumados que fazem proliferar uma brisa suave. Pode estar o calor infernal do Rio 40 graus, mas, por ali, no final da Av. Graça Aranha, no Centro, confluência com a Rua Santa Luzia, a carícia do vento é um convite ao piquenique na hora do almoço-executivo.

A sede do Ministério da Cultura no Rio é um chamado ícone da arquitetura moderna mundial. Foi construída no Estado Novo (1937/1945) e tombada pelo Iphan em 1948. Na equipe de projetistas, além dos geniais já citados, outros jovens recém-formados como Jorge Machado Moreira, Affonso Eduardo Reidy, Carlos Leão e Ernani Vasconcelos. A inspiração veio da Europa, do arquiteto Le Corbusier. Mais que inspiração: o francês pôs a mão na massa.

Trata-se de um cartão-postal importante. Não é todo prédio que pode sair por aí se gabando de que em seu pátio principal há um painel de azulejos desenhado (com peixes e estrelas-do-mar) por Portinari, de ter, em seus corredores, pinturas de Alberto Guignard e Pancetti e, nos jardins (de Burle Marx!), esculturas de Bruno Giorgi e de Jacqques Lipchltz. Papa fina.

O "prédio do MEC", como é conhecido popularmente, pois sediou o Ministério de Educação e Cultura antes que a capital se mudasse para Brasília, é batizado com o nome do ministro da Educação getulista, que lutou pela construção. Gustavo Capanema foi quem contratou Lucio Costa e, a pedido deste, mandou que um zeppelim trouxesse ao Brasil o francês Le Corbusier, que corria o mundo à epoca fazendo palestras, para dar opiniões sobre o projeto.

O mestre ficou no Rio durante três semanas, mudou quase que por completo a concepção dos brazucas, e outras duas boas idéias para a obra. Antes do prédio carioca, nem Nova York contava com monumentos enormes de concreto e vidro - um "estilo europeu" de arquitetura, "não americano", como bem lembrou Lucio Costa em certa ocasião - o que os livros guardam.

Em "As curvas do tempo", Niemeyer escreveu sobre o prédio e a vinda do colega francês. "Para mim, o primeiro estudo de Corbusier era muito melhor. E, quando vi os desenhos do segundo projeto sendo concluídos, tentei, angustiado, uma idéia diferente, tendo como base seu primeiro projeto. Carlos Leão gostou dos croquis que eu desenhei, falou com Lúcio, eu os joguei pela janela - nunca me ocorreu vê-los aproveitados - Lúcio mandou buscá-los e foram aproveitados".

Tudo meio que começou assim: em 1935, Gustavo Capanema mandou publicar edital para escolha de um projeto arquitetônico para a sede do Ministério da Educação e Cultura. O vencedor foi Archimedes Memória, resultado que não agradou ao ministro.

Capanema pagou o prêmio a Memória, mas contratou outra idéia, agora de Lucio Costa. As leis urbanas limitavam qualquer construção naquela área a sete andares. Fala-se que o concurso inaugurou uma cizânia entre Memória e Costa.

Lugares matemáticos
O projeto da turma de Lucio Costa pregava a instalação de venezianas de vidro de um lado da fachada - o que aconteceu - acessórios que muitos entendidos chamam de "brise-soleil". Olha aí a história de o vento fazer a curva. Talvez tenha vindo de Niemeyer a inspiração para um pátio com enorme espelho d'água.
Mas o consultor Corbusier logo vislumbrou que o terreno escolhido para fincar o prédio seria engolido por outras construções e sugeriu a transferência da obra para uma outra área, no trecho já aterrado da Avenida Beira Mar, onde hoje está o Museu de Arte Moderna. Fez muitas interferências no projeto original e mudou tudo - fazendo surgir os pilotis e o auditório.

"Em torno do edifício, dentro do edifício, há lugares precisos - lugares matemáticos que integram o conjunto e que constituem tribunas onde a voz de um discurso encontrará seu eco em derredor. Tais são os lugares da estatuária", escreveu Corbusier em 1936.

O prédio foi erguido, inaugurado, tombado, esquecido, lembrado, restaurado, e aqui está ele, outra vez merecidamente citado como gancho do centenário de nascimento de um dos projetistas. Nesse tempo mais recente, houve um presidente da Funarte, Celso Frateschi, que anunciou a realização de uma série de "eventos culturais" no prédio.

"Haverá espaço para todas as artes. Vamos entregar o Palácio Capanema para a população, transferindo as atividades administrativas para outro endereço" declarou, à moda fi-lo porque qui-lo, com a aquiescência caymmiana do ministro-cantor.

Tudo não passou de conversa para boi-da-cara-preta dormir, e o local prossegue na base dos trancos e barrancos, só ganhando maquiagem, vez ou outra, quando recebe visitas de autoridades, como aconteceu recentemente com a vinda do presidente Lula. Até a grama foi aparada - fato de um ineditismo impressionante.

É fato que o "Palácio da Cultura" tem passado por um longo período de revitalização orquestrada pelo Iphan (o escritório regional do instituto tem sede no local), mas como os passos de tartaruga das ações públicas são marca do Brasil, "quando um azulejo chega a ser reconfigurado, é o piso que precisa ser revisto, um elevador que pára, e aí nada se conclui", conta um restaurador, exercendo seu ofício no sobe-e-desce daquelas escadas sinuosas.

O projeto de restauração atual é extensivo a todo o importante acervo de obras de arte e mobiliário. Tendo começado a trabalhar nos anos 80, uma turma que labutou pela recuperação do PGC fez um inventário dos objetos e documentos, cadastrando tudo nas chamadas fichas técnicas.

Em 1983, um convênio com a Fundação Getúlio Vargas permitiu uma elogiada pesquisa documental que gerou o livro "Colunas da educação", lançado em 1996, com os principais documentos da época da construção. Um exemplar pode ser comprado na feirinha da Praça XV por R$ 20.

Não chega a ser num piquenique daqueles preconizados no primeiro parágrafo, mas o bancário Josué Marques, 35 anos, que trabalha nas adjacências do "Palácio da Cultura", como ele chama o prédio, volta e meia arranja um jeito de esticar o almoço e o lanche embaixo daqueles frescos pilotis. Só se recente não haver bancos no local. "Sempre que estou aqui, me imagino fora do Rio de Janeiro. Essa calmaria não condiz com o Centro da cidade. Dá vontade de ficar aqui para sempre", testemunha, encantado com o painel de azulejos de Portinari.

sexta-feira, dezembro 14, 2007

É dura a vida de "celebridade" no Brasil. Além de ter de se render ao charme avassalador de uma festa de máscaras de Uánessa Camargo...

...li que uma turma foi a uma festa de um picolé, é isso mesmo, e teve de posar para fotografias chupando o próprio, é, sapecando um boquete no anfitrião.

PS. E quero saber quem é que vai vestido de Carlota Joaquina no réveillon dos Pagodiño, no Chopin, e quem vai levar coxas de peru assado dentro do paletó. Aposto em alguns nomes, se der na telha, publico outro dia.

quarta-feira, dezembro 12, 2007

segunda-feira, dezembro 10, 2007

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Caio Junqueira

No blog do Ancelmo Góis, vejo o vídeo do ator Caio Junqueira quase socando um camelô que vende CDs pirateados. É flagrante o molho de ficção na cena, está claro que tudo foi ensaiado.
Quero ver o Caio Junqueira encarar os parrudos vendedores de CDs piratas que fazem ponto ao redor do Edifício Avenida Central, no Centro da cidade.
Vai levar uma surra daquelas.
Quero ver o Caio Junqueira encarar o Zulu (alusão ao modelo, um pouco parecido), um armário de olhos azuis que às vezes me fornece os filmes dos quais preciso.
Ou você acha que, como o Caio Junqueira, não compro discos piratas?

terça-feira, dezembro 04, 2007

Madame K. que é tantas e apenas uma

Marilia Kranz pára o Rio, hoje, com a exposição que marca os 40 anos de sua bela carreira

Alguém já escreveu por aí que "Marilia Kranz são muitas". Pode ser que seja mais do que isso, porque a fundadora do Partido Verde, pintora, desenhista, gravadora e escultora não pára de se reinventar. E lá se vão 40 anos de carreira - trajetória que será marcada especialmente hoje, no Museu de Arte Moderna, com abertura de exposição e lançamento de livro bilíngüe editado pelo estúdio Andrea Jakobsson com patrocínio da Petrobras.

Mas deixa eu me situar e situar você com as seguintes aspas: "Marilia Kranz são duas. Mas cada uma delas, muitas. E sendo tantas e apenas uma, em tudo o que faz, como cidadã e artista plástica, revela-se solidamente coerente", escreveu o crítico de arte Frederico Morais na edição que marca as quatro décadas de trabalho da amiga.

Carioca da gema de Ipanema, Marilia estudou na Belas Artes sem chegar ao diploma - largou a escola no meio do caminho, encheu o saco. Mas isso não a impediu de fazer novos cursos, freqüentar os mais renomados ateliês e ser reconhecida internacionalmente. Já expôs nas grandes metrópoles brasileiras e também nos Estados Unidos, Japão, Chile, México, Suécia, e mais, e mais. Isso, sem contar as casas dos amigos colecionadores - literalmente, todo o elenco do primeiro time do Rio. É dificil adentrar um apartamento colunável na Rui Barbosa, por exemplo, sem dar de cara com um quadro assinado pela pintora. Carmen tem. Lucianita adorava o seu.

O começo de carreira foi interessante. Houve até uma passagem por Londres, onde estudou "educação através da arte" com Tom Hudson, no Cardiff College of Art. Aprendeu de tudo. Inclusive desenho a carvão - rabiscos que, até hoje, transportam os kbytes de seu HD cinzento para o abstrato da tela ou do papel, em seu quarto-ateliê. Claro: antes, tudo é marcado nas páginas de seus já famosos - entre amigos - cadernos. Parêntesis: (o dia em que Marilia resolver expor tais preciosidades, haverá um terremoto; Todo mundo vai querer comprar, mas o Gilberto Chateaubriand levará todos, por certo).

Arco-íris
Dos ocres e marrons e acanhados tons do começo de carreira, Marilia evoluiu para o arco-íris atual. Um arco-íris pastel, diga-se, mas que faz muito bem aos olhos. Iluminada, a alma da artista tem muito mais de amarelos do que de cinzas e de cafés-com-leite. Felizarda por ter nascido em uma cidade que traduz para cartões-postais até seus hidrantes quase-todos-enguiçados, a artista sabe como poucas transpor a paisagem carioca para os traços de sua geometria cheia de poesia - o que na ebulitiva cabeça de Flávio de Aquino mereceu a definição de "geometria metafísica" - ele sabe o que diz.

Refletindo os contornos do Rio, encontros de curvas divinas e retas pagãs, a obra mariliana, às vezes, lembra o casamento, visto de longe, do "gigante adormecido" com o deboche arquitetônico de vidro e concreto que guarda o Edifício Cândido Mendes, Centro da cidade, trambolho que remonta o Rio a Tóquio. "Marilia Kranz é paisagem urbana", também já ouvi dizerem por aí.

Urbana e contemporânea. E alquimista. Muito antes de Paulo Coelho e seus dez mil anos atrás, ela já se aventurava até por poluídos poliuretanos rígidos, veja você, dando vida à "arte impessoal" à qual se referiu, politizada, em um manifesto propagado nos anos 60, defendendo autonomia e desvinculação de símbolos e referências. Seus altos relevos - e aqui cabem também os intelectuais - a encaminharam para a escultura, universo por onde trafega muito menos do que deveria.

Livro
"Marilia Kranz" (R$ 90) contém 204 páginas que traçam a vida e a arte da Marilia Kranz artista, ativista política, socialite e musa de todos os seus amigos. Com mais de 100 ilustrações, traz histórias sobre um Rio que não existe mais. A exposição conta com trabalhos datados de 1968, quando tudo começou, até 1974, quando os alto relevos, as esculturas e os materiais até então inusitados, como resinas industriais, epoxy, fibras de vidro, e mais, e mais, começavam a falar mais alto.

Do cenário natural do Rio, aliás, Marilia não consegue fugir, quando, com seus fecundos cadernos (aqueles valiosos da preliminar), começa a traçar novas fases. Foi assim, agora, enquanto preparava a mostra de hoje em seu apartamento: "Vasculhei as minhas gavetas e baús para conseguir produzir o livro. E foi emocionante reviver tantas fases da minha trajetória como artista e como mulher - diz a emocionada Madame K, antológica partícipe das orgias gastronômicas do saudodo mestre Apicius.

Ficamos combinados: todo mundo no MAM, hoje.


MARILIA KRANZ 1968 - 1974 RELEVOS E ESCULTURAS. Museu de Arte Moderna (Av. Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo. Tel.: 2240-4944). Ter. a sex., das 12h às 18h; sáb., dom. e feriados, 12h às 19h. R$ 5 e R$ 2. Até 2/3

sexta-feira, novembro 30, 2007

Expo com cara de Metropolitan











Para aplacar a feiúra da insuportável madame Carlota Joaquina, que anda em alta por aí (nunca estará aqui, nunca será, nunca será!), há uma exposição imperdível em cartaz no Paço Imperial. Marcio Rebello (arquiteto) começou em 1997 a pedir que vários artistas plásticos célebres do Brasil pintassem seus retratos.
O resultado é de enlouquecer.
E de quebra ainda tem um livro, que você pode comprar lá.

Reproduzo, em ordem alfabética, os nomes das famosas feras que se (re) pintaram para a ocasião. Mil desculpas, se esqueci de alguém: Adriana Maciel, Adriano de Aquino, Afonso Tostes, Alberto Nicolau, AldemirMartins, Alexandre Dacosta, Aloysio Zaluar, Aluísio Carvão, Amador Perez,Amílcar de Castro, Analu Prestes, Ângelo de Aquino, Anna Bella Geiger, Anna Letycia, Antonio Dias, Antonio Manuel, Amtonio Peticov, Artur BarrioBaravelli, Beatriz Milhazes, Cabelo, Carlos Bracher, Carlos Fajardo, CarlosScliar, Carlos Vergara, Cícero Dias, Cláudio Kuperman, Cláudio Tozzi, Cleber Machado, Daniel Senise, Eduardo Garcia, Eduardo Sued, Elizabeth Jobim,Emanoel Araújo, Emmanuel Nassar, Fernando Barata, Flávio-Shiró, FranciscoBrennand, Frans Krajcberg, Gianguido Bonfati, Gilberto Salvador, Gilles Jacquard, Glauco Rodrigues, Gregório Gruber, Guilherme Secchin, GustavoRosa, Iole de Freitas, Ivald Granato, Ivens Machado, João Câmara, JohnNicholson, Jorge Eduardo, José AlbertoNemer, José Bechara, José Cláudio, José Roberto Aguilar, Juarez Machado, Julio Villani, Katie van Scherpenberg,Leda Catunda, Loio Pérsio, Luiz Alphonsus, Luiz Aquila, Luiz Pizarro, LuizZerbini, Luiza Olivetto, Marcello Nitsche, Márcia Grostein, Marco Veloso, Maria Tomaselli, Marília Kranz, Mário Carneiro, Maurício Arraes, MaurícioBentes, Mônica Barki, Mucki Skowronski, Nelson Felix, Newton Cavalcanti,Newton Mesquita, Pinky Wainer, Piza, Reynaldo Fonseca, Roberto Magalhães, Romero Britto, Rubem Grilo, Rubens Gerchman, Sérgio Romagnolo, Siron Franco,Sylvia Martins, Takashi Fukushima, Tatiana Faro, Tatti Moreno, TeresaSalgado, Tomie Ohtake, Tomoshige Kusuno, Tunga, Valéria Costa Pinto, Victor Arruda, Waltercio Caldas, Wanda Pimentel.

Nas fotos aqui reproduzidas, a partir do alto, Rubens Gerchmann, Roberto Magalhães, Luiz Zerbini, Siron Franco, Waltercio Caldas e Cabelo.
PS. Sou apaixonado pelo Cabelo.












sábado, novembro 24, 2007

Flávio Canto, o herói do sábado

O judoca Flávio Canto (foto), aquele doce de criatura que todo mundo conhece, orgulho da pátria, ganhou hoje em Uberlândia (MG) a luta contra o Felipe Braga, que andava contando vantagem antes da hora, dizendo que "agora é a vez dos mais novos".

Flávio, que além de tudo é um gentleman, respondeu no tatame, levando a vitória por imobilização.

Agora, o Canto vai disputar a vaga para as Olimpíadas de Pequim com o Tiago Camilo, outro gente boa.

Deve ser culpa do nariz...

Afinal de contas, uma nareba daquele naipe só pode interferir também na dicção.

Luciano Huck acabou de dizer no ar na Globo, há pouco, que "depois da tempestade vem a bonanZa".

O "Lú", sinceramente? BonanZa é o cacete!

Aguinaldo Silva sempre foi dos meus

Quando fui "foca" na "Última Hora", tive um amigo, já falecido, chamado Adão Acosta. Adão me falava superbem do Aguinaldo, com quem havia trabalhado em uma redação - o Silva como repórter de polícia.
Foi o Adão quem me apresentou ao Aguinaldo e, desde então, sou fã fidelíssimo do grande dramaturgo.
Agora, então, com ele assinando o blog mais comentado dos últimos tempos no Brasil, fico aqui encastelado, só me divertindo.
Alguém aí pode me dizer algo melhor (publicado em todas as mídias no País) do que esta notícia sobre o pseudo passaporte nigeriano do ministro da Cultura? Fiquei com inveja por não tê-la escrito.
Você já imaginou a Flora Gil, com toda aquela pose de rainha da Inglaterra, portando um passaporte angolano?
Nota mil, Aguinaldo!

Tudo é uma questão de cotovelo...

José Maurício Machline precisa urgentemente pedir a intervenção do conselho do "Prêmio Moda Brasil" em seu próprio guarda-roupa.
Não pode um homem que se veste tão mal (feito o Jô Soares, quando enlouquece e vai nas águas turvas do seu "figurinista") mergulhar na aventura de eleger os "melhores da moda". Só no Brasil.

Minha santa Anna Piaggi!

Estou doido para saber o que a Regina Guerreiro acha daquelas indigestas camisas do Macholine, perdão, Machline, três números acima, com as mangas arregaçadas abaixo do cotovelo.
Abra mão do jabá, Regina, e solte o verbo!

sexta-feira, novembro 23, 2007

Vou telefonar para o Bruno Astuto para saber que boca é aquela da Isis Monteverde. Será que ela tem parte com a Lola Batalhão?

PS. Outra coisa que vou perguntar ao Bruno: como é mesmo o nome daquela mocinha, filha da Vera Fischer?

Só pode ser praga da Lily Safra

Depois da vaca da Daniela Maia, quer dizer, depois da vaca que a Daniela Maia "repaginou" para a "Cow Parede", agora vem a Priscila Borgonovi, ex-Fábio Assunção, torrar a paciência do carioca.

Pô! Sossega, menina!

Me diga, por favor, leitor, se há cabimento!? O Azeite Gallo vai fazer uma festa de máscaras no Rio para lançar um produto premium, o tal do Gallo Azeite Novo. Quem chegar cheirando a azeite vai ganhar um quilo de bacalhau para a ceia de Natal!

Vão servir torresmo, claro.

Minha aposta para a lista dos convidados (aceito sugestões): Ilka Bambirra, Alex Dieckman Lerner, Astrid-atristeza, Julinho Aquino Rego, Marcelo Marizinha Guinle Borges, Liége Perry Salles Monteiro, Napoleão Lacerda, Lula Cerdas, Bruno Abravanel Chateaubriand.

Ah! O e-mail-convite me diz que na terça-feira que vem a turma vai comunicar "os nomes das celebridades e dos formadores de opinião confirmados". Já sinalizei para a mensagem cair na lixeira.

quinta-feira, novembro 22, 2007

Aqui para o Dunga, ó!


Nada musical, essa Ana Júlia

Depois de, dizem, nomear assessores seu namorado, seu cabeleireiro e seu maquiador, a governadora petista Ana Julia Carepa, que nome, a cara-de-empada da foto, ganha um toque de corneta do blog ( pum-pum-pum-pum-pum!), com todos os trocadilhos cabíveis na imaginação do leitor, depois de que a Polícia de seu Estado, o Pará, trancafiou uma menina de 15 anos em cela no presídio, com 20 homens. E não foi a primeira vez.

Decerto que tem muita biba TFP por aí, principalmente na "alta sociedade" carioca, que até pagaria ao carcereiro para sofrer humilhação igual, na nossa imaginação galhofeira, mas quando se fala sério sobre um assunto deste naipe, só se chega a uma conclusão: parar o Brasil, que a gente precisa descer na próxima estação. O trem desgovernou. Quem avisa, amigo é!
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PS. Tem um verso da música "Ana Júlia", do grupo Los Hermanos, que diz assim: "Me atormenta a previsão do nosso destino"...

quarta-feira, novembro 21, 2007

segunda-feira, novembro 19, 2007

Olha como o povo do tal do "Ego", site da Globo.com, escreve bem:

"Neste domingo, 18, Diego sofreu um acidente de moto e ralou os braços e o cotovelo ao sofrer uma queda ao fazer uma curva no bairro da Barra da Tijuca".

O autor pode se candidatar a uma vaga de imortal.
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Ah! E alguém avise para a redação do EGO, que está entre as bem remuneradas da praça, que não é CONStanza Pascolato. Mas COStanza Pascolato. A dona da SantaConstância detesta quando o povo troca seu nome, e ainda mais vindo de jornalistas que, supõe-se, sejam experts na vida dos famosos. "Constança", "Constanza"... é tudo muito comum. É coisa de filha de Fernanda Basto. Agora, "Costanza" são outros quinhentos euros.
Jornalista cara-de-empada que erra grafia de nomes de seu personagens-alvo é desumano.
Aposto como sabem escrever certinho o "Fernandinho Beira-Mar"...

sexta-feira, novembro 16, 2007

Chumbinho básico

Disse que uma das tetudas mais pintosas da "Parada das vacas" em cartaz no Rio mora no Edifício Chopin.

E a outra tem programa de entrevistas no "Multixô".

Gente mais venenosa...

quarta-feira, novembro 14, 2007

Passarinho quer dançar!

A capa da "Caras" da semana não é uma "boda"!
Preste atenção ao texto:
"Rose, esposa de Gugu Liberato, leva os 3 filhos a show da Xuxa".
Não sei se sorrio ou se caio no berreiro.

Quem será o padrinho dos rebentos?
Será o Padre Pinto?

domingo, novembro 11, 2007

Fernando Torquato e Marina Morena vieram especialmente de São Paulo para o niver de Gianecchini, no Rio. Alemão do BBB fez forfait.

Acabei de ver no Canal Brasil o Gianecchini dizer que o segredo para se "ganhar gatinha" é ser bem-humorado.
Deve ser um sofrimento...
O cabra ter de ser bem-humorado por imposição da... gatinha.

terça-feira, novembro 06, 2007

Praça Paris: o quadrado mágico da Glória

Pelo menos uma coisa positiva a tempestade daquela semana, que quase derrubou o Túnel Rebouças, trouxe ao Rio: uma força-tarefa para a conservação da Praça Paris. Se antes do temporal, o quadrado mágico da Glória, da Cidade-Luz só tinha o nome, agora, o panorama é outro. Inaugurado em 1929, na gestão do prefeito Antônio Prado Júnior, aquele pedaço cercado de topiarias está prestes a voltar a ser um cartão-postal. A Fundação Parques e Jardins deu um trato no lugar, como se diz, mas ainda falta muito:"Você não viu nada, meu filho. Isso aqui é um caos. À noite, é um antro de perdição, eles fazem sexo em pé na grade", indigna-se a sessentona Terezinha, "sem sobrenome, por favor", camiseta desvendando sarados bíceps, que há anos leva o poddle Fly para "tomar a fresca" ao redor daqueles arbustos moldados a la Versailles.

Exageros à parte, e pedido de desculpas ao Rei Sol pela comparação com o incomparável, a indignação do carioca com os maus-tratos à Praça Paris vem de muito tempo. Mesmo quem não mora nos bairros adjacentes escreve aborrecido para as seções de cartas dos jornais. As queixas são as mesmas: grades malcuidadas, bustos avariados, postes seculares sem cúpulas ou com algumas sem estilo e de plástico, banheiro de travestis à noite e de taxistas durante o dia, hotel de mendigos em plena tarde, falta de policiamento. O serviço público se defende colocando a culpa na "ação dos vândalos".

O chafariz, que já jorrou água azul, vermelho e branca, em alusão à bandeira da França, nos festejos do centenário da Queda da Bastilha, graças a um efeito da iluminação, funciona hoje à meia-bomba. A Rioluz garante que deficiências neste setor são resultado do roubo de cabos de energia. As ditas cúpulas também são alvo da ação dos vândalos. Mas como nem tudo é só lixo jogado no chão, olhai os lírios do campo: as flores teimam em aparecer, amarelinhas, no que são muito bem-vindas no contexto geral. "A gente faz o que pode, para manter tudo em ordem, mas o efetivo é pouco, milagre só Jesus pode fazer", diz um guarda municipal, de serviço embaixo de uma árvore, porque cabine não há, o bebedouro também sumiu. O representante fardado da Prefeitura pede para não ser identificado: "A gente não pode dar entrevistas", se justifica.

As últimas chuvas trouxeram muita sujeira à praça projetada pelo francês Donnat Alfred Agache. Um mar de lama, e aqui não vai nenhuma comparação com a administração pública municipal chegada às vacas. Alguns dos bustos moldados pelo escultor José Otávio Correia Lima, que homenageiam personagens da história, como o Almirante Barroso - e sua Batalha do Riachuelo (1865), precisam de indentificação. Ao alcance da mão do homem, não há sequer uma letra de bronze para contar a história - só ficaram os buracos dos parafusos. A estátua do Conde Afonso Celso, de Francisco Adolpho de Varnhagen, o Visconde de Porto Seguro, e de tantos outros, estão sem a "certidão de nascimento" tão importante para informar os visitantes de ocasião. As grades, instaladas em 1992, na gestão do governador Marcello Alencar (48,7 mil metros de ferro), ganharam uma demão de tinta cinza-chumbo, para conter a ferrugem.

Logo depois da restauração promovida pelo governo do Estado, a Praça Paris virou quase que mania dos cariocas. Todo mundo encontrava tempo para dar uma passadinha, se sentar nos bancos de madeira para ler o último livro de Jeff Thomas, praticar o footing à sua volta. Em 1994, Bibi Ferreira, que estrelava um espetáculo grandioso no teatro, dando voz à francesa Edith Piaf, com elenco operístico, levou a cena para a praça da Glória. Foi um acontecimento que parou o Rio, ou não seria a Bibi cantando "La vie en rose", "Hino ao amor" e "Je ne regretterien".

Houve também, para alegria dos fotógrafos e admiradores das artes plásticas, uma grande exposição ao ar livre, que atraía gente o dia inteiro e de diversos lugares da cidade. Entusiasmada, a Prefeitura anunciou diversas ações culturais para o lugar. Falava-se em novos eventos e que até surgiria ali uma cafeteria e um quiosque para a venda de souvenirs aos turistas. Ficou na promessa.

Mas pelo menos dê-se graças a Deus, porque nenhum tolinho da área municipal decidiu fazer dali pasto para a indigesta Cow Parade.
Clique sobre a foto (de Paulo Silva), imprima e faça um quadro.

sábado, novembro 03, 2007

Da série "não agüento mais ler O Globo"

Meu Deus, quem nos livrará de tanta baboseira?

Santa Mara Cabalero, olhai por nós.

O arremedo glutão de Anna Wintour, no caderno Ela, se espanta ao saber que a Lenny Niemeyer vai à praia. Mas como é possível? A Lenny vai à praia? Minha nossa!

PS. O que dirá a papisa da elegância e da finesse, quando souber que a Lenny também larga bufas podres embaixo dos lençóis da Maricy Trussardi?

Virará uma estátua de sal, no mínimo.
Qual mulher de Ló.

terça-feira, outubro 30, 2007

Mas que mala sem alça é esse marido da Susana Vieira, heim? Mas dizem que é o que ela merece...

TV Colosso

Acordo tarde, ligo a TV no Band Sports, mas cai no "Multixô". De relance, vejo Frejat, cevado qual fiel da Cow Parede, falando com semblante de Eurico Miranda: "quero cagar". É claro que não fiquei para ouvir o resto.
Acho que ele dava entrevista para o Alex Lerner - a Fernanda Young do Andaraí.

quinta-feira, outubro 25, 2007

Dona Mariazinha Guinle se revira no túmulo

A nova promoter (neste caso, leia-se promotér) do Copacabana Palace, Patrícia Brandão, comigo, não, reuniu "formadores de opinião" para apresentar o novo menu do Cipriani.
Pura decadência. Pelo que se vê, dona Páti é outra que tratará o Copa como propriedade particular, como fez a dona Claudia Fialho durante 17 anos, dando mordomias a sua patota, trocando serviços do hotel por jabás pessoais.
Quem viu a relação dos nomes dos "formadores de opinião" não acreditou.
Com raríssimas exceções, lembrou elenco de festa na Portelinha. Só faltou o Juvenal Antena.
Hahahahahá!
Quero ver Irene dar sua risada!
LEGENDA: Eurico Miranda não atendeu ao convite da dona Patrícia Brandão, comigo, não, para se juntar ao elenco de "formadores de opinião" do rega-bofe no Cipriani.
Chamem o corneteiro! Pum-pum-pum-pum-pum!

terça-feira, outubro 23, 2007

O sociólogo dos pincéis

Exposição de Lasar Segall chega com quadro jamais visto no Brasil

(texto transcrito da "Tribuna da Imprensa", edição de 23/10/2007)

Marcio.G

Esta é a primeira vez que o "Retrato de Lucy" sai de Paris. Reinando absoluta no Centro Georges Pompidou, a obra de arte assinada por Lasar Segall, comprada pelo governo francês em 1938, é a peça de resistência da exposição retrospectiva "Corpo presente", do chamado pai do Modernismo, que a Pinakotheke Cultural abre hoje.


A ocasião pede traje de gala, ainda que no figurado. Há 20 anos, o Rio não recebe uma retrospectiva do russo naturalizado brasileiro, elegantérrimo, diga-se, tido pelas Bárbaras Heliodoras das artes plásticas como um dos mais conceituados representantes do período expressionista. A mostra é para marcar os 50 anos de morte do pintor, que nasceu em 1891.
E, como um acontecimento deste porte deve passar bem àquela moda de arrasa-quarteirão, a exposição chega com um livro bacanérrimo ("Corpo presente. A convicção figurativa na obra de Lasar Segall", R$ 89), guardado em capa dura, luxo só, com 200 imagens, entre pinturas, fotografias e documentos. Um exemplar obrigatório nas cabeceiras das Lilys e das Evinhas.

Escrito em português e inglês, 288 páginas, a obra saiu do forno sob as bênçãos da Lei Rouanet. Tem texto do ex-ministro tucano e "collorista" Celso Lafer, o imortal que é tido como especialista na obra do pintor: "Ele mesmo dizia que `cada homem é filho do seu tempo e sua expressão é a expressão do seu tempo'. Estava atento e ligado ao que se passava à sua volta", conta Lafer.

A mostra é composta de 40 peças do Museu Lasar Segall, de São Paulo, cuja diretora, Vera D'Horta, assina a curadoria. Além do "Retrato de Lucy", estarão aos olhos do público obras importantes como "Floresta com reflexos de luz" (1954), "Kaddish" (1917/18) e "Cabanas com cerca" (1945). Vale lembrar que o citado retrato é de Lucy Citti Ferreira, aluna e modelo de Segall durante 12 anos. "Um clássico, um moderno clássico", escreveu Vera D'Horta no livro. Os organizadores pensaram também nas crianças e vão disponibilizar profissionais entendidos na obra do artista, a fim de instruir visitas guiadas para estudantes.

Além disso, haverá um terminal de consulta e um trabalho dedicado a professores, para o qual a pedagoga Nereide Schilaro criou um caderno com orientações. Para Max Perlingeiro, dono da Pinakotheke, a exposição "é a mais importante do Rio nos últimos anos".
Além das pinturas, a maioria inédita na praça carioca, há dois desenhos publicados no "Caderno Visões de Guerra" (1940/43) e traços saídos dos lápis dos amigos Mário de Andrade e Tarsila do Amaral. Cândido Portinari, numa certa época, disse que "a obra de Lasar se inscreve entre as de mais alto valor e importância na arte contemporânea".

O pintor da série "Retirantes" escreveu que Segall "foi um artista de rara honestidade, fiel até o fim ao seu ofício e incapaz de subordinar sua inspiração aos fatores momentâneos do sucesso".
Lasar Segall veio ao mundo na Lituânia, então dominada pela Rússia czarista, e desde pequeno (5 anos) estudou desenho. Nasceu para a coisa, como se diz. Chegou ao Brasil com 22 anos. Antes disso, porém, já havia cursado a Imperial Academia Superior de Belas Artes de Berlim e a Academia de Belas Artes de Dresden, a mágica Dresden - quem conhece sabe.

Da primeira, aos 15 anos, foi afastado por ter participado de exposição "Secessão livre", de onde saiu com o Prêmio Max Lieberman. Em Dresden, ele fez sua primeira mostra individual.

"Milagre da luz"
Ao Brasil, chegou para encontrar os irmãos Oscar, Jacob e Luba, que aqui residiam. Lembrando de suas palavras, foi na pátria amada que experimentou o "milagre da luz e da cor". Sua primeira mostra brasileira se deu em um salão alugado na Rua São Bento, em São Paulo. Trabalhador incansável, retornou à Europa em 1916, deixando inúmeras obras em coleções particulares por aqui.

É daquele tempo o "AutoretratoII", com ares expressionistas, que os entendidos notaram com "traços que lembram Picasso". Casou-se dois anos depois com Margarete Quack. De 1919 a 1922, participou de intensa vida cultural na Europa, como a Exposição Internacional de Arte de Düsseldorf. De volta às terras brasileiras, em 1923, fez exposições individuais, decorou - pintando murais - o Pavilhão de Arte Moderna de São Paulo.

Assinou até a cenografia de bailes de carnaval. Romântico inveterado, separado da primeira mulher, em 1925 casou-se com Jenny Klabin, sua ex-aluna, união que durou 32 anos de eterno enamoramento. Foi neste período que sua obra, agora dedicada a temas brasileiros, retratando prostitutas, negros, marinheiros, ganhou de Mário de Andrade a alcunha de "fase da contemplação". "Um sociólogo usando pincéis e tintas para descrever os problemas do Brasil ou do universo", escreveu o crítico Paulo Victorino.

Naturalizou-se brasileiro em 1927. No ano seguinte, mudou-se para Paris, onde se dedicou ao ofício de esculpir. Moldou argila, madeira e pedra. Conheceu a pintora Lucy Citti Ferreira, aquela do "Retrato de Lucy", em 1935. Amizade que durou mais de uma década.
Nos anos 30, também experimentou o paisagismo, dedicando uma série a Campos do Jordão. Em 1937, a sanha dos nazistas, denominada Exposição de Arte Degenerada, em Munique, contou com dez obras suas. Objetivo dos reaças: "Desqualificar a arte moderna".

Vale ressaltar sua intensa participação na vida cultural brasileira nos anos 30. Fundador da Sociedade Paulista de Arte Moderna, era tido como "conselheiro" de modernistas como Gregori Warchavchik, autor do projeto arquitetônico da residência dos Klabin-Segall, na Vila Mariana, onde hoje está instalado o museu do pintor, com 2,5 mil obras e uma biblioteca.

Em seu quintal, Lasar mantinha várias espécies de plantas e muitos exemplares de animais abandonados recolhidos por ele nas ruas. Parecia concordar com aquela máxima: "Desconfie de quem não gosta de bichos". O filme de Ruy Santos, "O artista e a paisagem", sobre vida e obra de Segall, estreou em 1942.

No ano seguinte, o Museu de Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro exibiu uma grande retrospectiva do artista, ao mesmo tempo em que se publicava sobre Segall o álbum "Manga", com textos de Mário de Andrade, Manuel Bandeira e Jorge de Lima.
A mostra foi reeditada, em 1951, no Museu de Arte de São Paulo. O grande arquiteto Pietro Maria Bardi lançou um livro sobre nosso personagem em 1952. Lasar voltaria a se dedicar a temas brasileiros. Sua série "Florestas" foi bastante elogiada.

Ganhou exposição no Masp e duas salas na Bienal de São Paulo. A partir de 1956, o Museu Nacional de Arte Moderna de Paris trabalhou na organização da grande retrospectiva sobre o artista, mostra que, ironia do destino, só estrearia em 1959, depois de sua morte. Lasar morreu em 2 de agosto de 1957. O coração apertou, fulminante.

EXPOSIÇÃO LASAR SEGALL - Pinakotheke Cultural (Rua São Clemente, 300 - Botafogo). De 23 de outubro a 21 de dezembro. De seg. à sex. das 10h às 19h, e aos sáb., das 11h às 18h. Entrada gratuita. Visitas escolares podem ser agendadas pelo telefone 2537-7566.


LEGENDA - "O retrato de Lucy" foi comprado pelo governo francês em 1938 e jamais exposto no Brasil.

domingo, outubro 21, 2007

Acordo domingo, quarto de hotel...

... chapado do tanto trabalho de ontem, ligo a TV e, a primeira coisa que vejo: Galvão Bueno perguntando ao próprio "quem é Rubinho"? No caso, o Barrichelo - achando "positivo" largar em 11º no GP.
Apocalipse total.
Pior que isso: abrir o jornal e ler - não na coluna da Liége - que "Ruddy brigou com a Suzana Vieira", a Donatella septuagenária.
Ruddy? O que é?

sexta-feira, outubro 19, 2007

A bíblia do society com minúsculas

Helena que, quando era criança, lá em Niterói, seu pai alugava bicicletas, minha mãe me contou, já prepara a nova edição do seu livro. É. Agora ela é fina. A papisa da elegância e da finesse. Seu calhamaço é um sucesso, só dá quatrocentão da mais alta estirpe. Às vezes, surgem alguns bicheiros, alguns sonegadores, mas isso são coisas da vida. Não se esquecer de que o Piano já teve lugar de destaque no calhaço, claro. Não estou certo de se o Cacciola também. Ficou famoso o caso de uma dupla de emergentes que acenou vontade de aparecer no livro e mandou publicar um anúncio de sua empresa de controvertido ramo de negócios.
E agora também a Helena tem uma norinha que se julga a última cocada do saquinho de doce de Cosme Damião. A moça se acha a última pedra de gelo do uísque servido no Aerolula, o último fio de linha da caixinha de costura da Jaqueline Kennedy...
Tudo é vaidade... Quando morrer, vai virar merda. Igualzinho a todo mundo. Igualzinho a mim e a você.
Música de hoje, para Helena ouvir no Ipod, sentada à beira da piscina do Country: Tudo vira bosta.


Seu garçom, faça o favor de me trazer uma água tônica!

Nossos comerciais, por favor!

quarta-feira, outubro 17, 2007

"Duas caras": a Casa de Cultura Julieta de Serpa da TV

Nossa! A novela "Duas caras" está parecidíssima com a Casa de Cultura Julieta de Serpa. Repara só. No pessoal da figuração, ou nos papéis secundários, só tem rapagão espadaúdo: corpão, pernão, bundão, carão, bração.
O Wolf Maia e o pessoal do Recursos Humanos da Julieta de Serpa encontram cada leopardo, que eu nem te conto.
Será que a Eloína ou a Lola Batalhão têm parte com esta história?

terça-feira, outubro 16, 2007

Walcyr Carrasco não perdoa. Mata!

Não foi uma nem duas vezes que o autor de novelas ("Sete pecados") Walcyr Carrasco reclamou com a Claudia Raia, por ela ter introduzido cacos na fala de sua personagem, a misteriosa Ágatha da novela das sete. Ela continuou "errando". Walcyr reclamou com a direção da novela. Nada. Carrasco precisou fazer jus ao sobrenome e, como todo roteirista pode ser deus em dois parágrafos, MATOU a Ágatha no papel. Claudia vai gravar a morte de Ágatha por imprudência da Raia. Um carro vai explodir. Bum! Bum! Bum!

E Walcyr prometeu "jamais" trabalhar de novo com a madame Celulari.

segunda-feira, outubro 15, 2007

Daquelas imagens que valem mais do que mil palavras

Kaká, Robinho e Ronaldinho se refrescaram, hoje (15/10), na piscina do hotel Sheraton, em São Conrado.
Cininha foi lá ver de perto e enlouqueceu, saiu de camisa de força, carregada pelos bombeiros, direto para o Samaritano.

domingo, outubro 14, 2007

Que parada gay, que nada!

As bibas finas ficaram em casa assistindo, pela ESPN, à semifinal do Campeonato Mundial de Rugby entre África do Sul e Argentina. "Cada pernoca", exclamou Cininha ao meu lado. A próxima partida será entre África do Sul, que venceu los hermanos, e Inglaterra.


PS. A foto é de um momento de euforia, digamos assim, dos da África do Sul, depois de um jogo.
PS2. Tem coisa mais brega do que as bibas cenoura&bronze, que vão à "Parada Gay" para se bolinar embaixo das marquises e atrás das bancas de jornais, na frente de todo mundo?

sábado, outubro 13, 2007

O mordomo da Glorinha Paranaguá

Você leu? A embaixatriz mais simpática do Brasil - páreo duro para a Carolina Dieckman e a Luana Piovani - não assina a carteira de trabalho de seu mordomo. O mordomo de Glorinha Paranaguá é "autônomo". Que coisa.
Imagina... se a Brooke Astor faria uma coisa dessas...
PS. Hahahá! Regina Martelli tem mordomo? Quem te viu e quem te vê, heim, nêga?!

A Carmosina de "O Globo"

Não agüento mais ler a Ana Cristina Reis escrever sobre sua "vida de casada", no caderno "(pan)Ela", aquele que só fala de comida e restaurantes e vinhos, no jornalão carioca. Todo sábado é a mesma coisa. Não tenho o menor interesse no diário de secreto de alguém que não seja a Elisinha Moreira Salles.
Pô, essas que se casam aos 50 são tão românticas...

quarta-feira, outubro 03, 2007

Só pode ser implicância com o Clô

Justamente quando o Clodovil mudou de partido, surge esta celeuma de o STF votar contra o "troca-troca" de legendas. Logo Clô, que faz troca-troca desde meninote.

sábado, setembro 29, 2007

Luiza Brunet na capa da revista "Porcão"?

Uma digníssima leitoa.
Com uma baita de uma pururuca dentro de casa...

Liége na tela do "Paraíso Tropical"?

Era Paraíso ou Saramandaia?






FOTO-LEGENDA - Chuta que é macumba!

Flamengo vai lançar sua TV

O Clube de Regatas Flamengo está ultimando os detalhes para lançar seu canal de TV. Por enquanto, a fase experimental se dará na internet, mas há planos para o sinal aberto, e a tônica da programação será sobre os bastidores da agremiação, sobretudo da equipe do futebol. A vida particular dos atletas na linha de frente. Intimidade. No primeiro momento, o acesso será livre, mas o departamento de marketing do Mengão, chamado de "Flamarketing", planeja cobrar mensalidade dos internautas num futuro bem próximo.




FOTO-LEGENDA - O Galinho de Quintino deverá aparecer na "TV Fla"

terça-feira, setembro 25, 2007

segunda-feira, setembro 24, 2007

Que mostarda, que nada!

Ô raça ruim... a dessa gente.
Já me telefonaram para contar que a festa no Edifício Chopin, acontecida sábado, onde todo mundo teve de comparecer vestido de vermelho, por ordem do convite, ganhou um apelido implacável:
"Quer-que-chupe?"
Como diria a tia Danuza, que coisa.
FOTO-LEGENDA - Há que se usar guardanapo para conter os excessos...

sábado, setembro 22, 2007

Algo de esquisito no reino do society

A Louis Vuitton é muito fina, finíssima, mas sonega impostos...

No Baronetti, a Vigilância Sanitária encontrou carne estragada...

Ninguém agüenta mais a coluna do Joaquim, quando ele dá de fazer aquelas enquetes do tipo "meu ipê morreu, o que será de mim"...

E sobre o Chopin, o que não se divulga são as festas de embalo só para homens, que de vez em quando acontecem por lá. O reinado de Baco. Consta que os anfitriões mandam o motorista buscar bofes até em Niterói...

sexta-feira, setembro 21, 2007

Esse Bruno Astuto vai longe

Já escrevi no blog em textos idos. Conheci o Bruno Astuto, colunista d’O Dia, na primeira metade dos anos 90. Era ele então um menino tímido, mas já brilhante, preceptor dos filhos das ricas, famosas e temperamentais como a Narcisa. Você não crê que a Narcisa ensinasse a tabuada para Catharina e Mariana, né?

Bruno, o chamei de “príncipe” por suas idéias monarquistas, já marcava pela beleza e o charme. Cabelos longos no mesmo comprimento daqueles do senador limítrofe de Niterói, o Salgado. Foi amor à primeira vista. Logo estávamos ao telefone, madrugadas inteiras rompidas, com Bruno me contando segredos, dando-me notícias ótimas para a coluna e dissertando sobre todos os assuntos. Falávamos do “headhunter” do momento ao sanguinário ditador Slobodan Milosevic, o líder sérvio. Eram assim os nossos dias.

Lembro que a primeira grande festa do Bruno, fora do eixo Narcisa, daqueles rebus com a presença do que se chama de “alta sociedade carioca”, foi em um meu aniversário, no saudoso Le Saint Honoré, melhor restaurante do Rio, no alto do também morto e enterrado Hotel Meridien, na Avenida Atlântica. Com o salão apinhado de Carmens Terezinhas Solbiati Mayrink Veiga, do saudoso Harry Stone (com Lúcia), da linda Thereza Collor no auge do sucesso, sem falar na Mariza Coser com o Jair, no Alberto Rolla com a Guiomar, na Alice Tapajós, então manda-chuva da moda carioca, e num prestigiado prefeito de Niterói, João Sampaio, entre outros bacanas, o Bruno chegou vestido como um Luis XIV revisitado, um Zorro debruado de dourado, dentro de uma capa preta de parar a Copacabana que precisou de uma década à frente para se abalar com a Bebel.

Bruno roubou a cena do meu aniversário! E antes que as jaciras de plantão se apressem a conjeturas relativas a qualquer ponta ciúmes de minha parte, pelo brilho do outro na minha festa, conto que, muito pelo contrário, vibrei como nunca! A festa, que já àquela altura bombava com a chegada da divina Carmen, toda de preto (tailleur Saint Laurent, gola de vison), ganhou ares ainda mais excêntricos com a chegada daquele super-herói exótico, lindo e longilíneo. Claro que todas as mulheres quiseram conhecê-lo, e os flashs não pararam de disparar.

Detalhe dos detalhes: cada um pagou a sua conta, menu de Paul Bocuse (mousseine de salmão com algas, pato assado com mangas, e mais, e mais), champã Dom Pérignon vintage doado às caixas pela Lily Marinho, então Lily de Carvalho, minha querida Lily até hoje. Uma festa de adesão, nêga, porque-prestígio-sempre-tive.

Mas o Bruno. Falava do Bruno que, em pouquíssimo tempo de estrada, já está escrevendo para a “Vogue” (a coluna de estréia sai em outubro). Que tal? O que aquele meninote, o Galvão, filho do Grajaú, gramou durante anos de estrada, tendo sido até assistente da Lu Lacerda (você pode imaginar o que é ser assistente da Lu Lacerda?), para chegar a editor da Vogue RG, o Bruno rompeu em coisa de três meses. Ou um pouco mais.

Estrela é o nome disso. E já naqueles obscuros 90’s, eu já atentava para o brilho desse menino órfão de pais desde muito cedo, criado pela suave tia Iva no alto da Rua Sacopã, endereço que já pressupõe racé, ou não? O primeiro texto publicado do Astuto saiu no meu jornal, o “M”, que edito uma vez na vida, outra na morte, e só para bacanas, como a Egoïste faz em Paris. Ironia do destino, a retratada por Bruno era a então sua “melhor amiga”, Narcisa Tamborindeguy – hoje eles estão inimigos. Vou ao arquivo reler e compartilho com você um trecho: “ ‘Ah, les beaux amours des narcisses...’. O Parnaso contemporâneo francês já previa nesse verso o que o futuro reservava ao mundo quase um século depois: no berço dos Tamborindeguy, a pequena Narcisa daria os primeiros passos”.

"Te mete!" - exclamaria a Isabelita dos Patins.

Logo, o Bruno viraria colunista do "M", assinando um espaço intitulado “Cabeças Coroadas”, falando sobre seu assunto predileto, a Monarquia. Minha idéia era a de que ele escrevesse uma coleção de livros, um volume sobre cada rainha, mas aí o garoto já dava seus vôos solitários, qual um beija-flor no sítio do Burle Marx, e a editora escolhida não foi a minha, mas outra, e o projeto gráfico também não meu, como planejado - não sei quem foi que fez. E nos "agradecimentos", lá estava meu nome, no meio de um monte de gente, como mais um botão no canteiro das margaridas.

O segundo volume da coleção não saiu.

Bruno casou (mal), descasou, e comigo ainda tem o poder de fazer milagres. Repete que me tem como “melhor amigo”, mas acho que fala por elegância. Foi capaz de me tirar de casa, quem me conhece sabe que só saio se me meu edifício pegar fogo, para ir ao apartamento de André Ramos e Bruno Chateaubriand que, todo mundo está ciente, não são tratadistas das minhas preferências. Ou não eram. Aniversário do Astuto, e no dia da festa, lembro bem, ele me ligou umas 10 vezes, intimação para comparecer. “Se você não for, vai perder minha amizade, corto relações”, ameaçou. Lá segui para o “território inimigo”, não sem antes deixar de amarrar um cachecol vermelho-sangue no pescoço para conter o veneno (meu, inclusive).

Se em três meses o Bruno chegou à Vogue, desculpas, Gigi, mas não vai demorar muito para ele aportar em O Globo. Escreva o que estou dizendo, porque meu anel de Valentina é poderoso. Bruno é o Jacinto de Tormes da hora, ainda que um Daniel Más me apetecesse muito mais. Só precisa aguçar o faro para identificar os abutres - aquele tipo de lalás que comigo não se cria: só cola no sujeito para levar vantagem, para ter a cara estampada no jornal.

PS. Depois dos ovos jogados pela janela, dizem que chocados na dança do passarinho... vai ter a Festa do Tomate no Chopin, neste sábado. Todo mundo de encarnado. Fico aqui na dúvida, cá com os meus botões de madrepérola, imaginando como não ficará a Leda Nagle todinha de vermelho.

FOTO-LEGENDA – Bruno em sua estréia nos salões da “alta sociedade carioca”. Vestido à la Luis XIV, na festa do meu aniversário, dividindo holofotes com a Carmen Mayrink Veiga. Minha gravata, hoje medonha, é YSL. Dá um desconto, afinal, era começo dos 90. O terno com calça de pregas é Armani, igualmente (hoje) pavoroso. Só falta o celular pendurado na cintura, qual um Albucacys. E o cavanhaque farto? Quanta blasfêmia! E os pés paramentados com chuteiras da Adidas? Ninguém merece.
Entre nós, a baiana mais amada do Brasil, Bebeth de Freitas, avis rara, anfitriã de almoços apimentados imperdíveis em seu apê de Ipanema, e hoje esquecida: internada em um asilo em Santa Teresa, ninguém vai visitá-la. Nem os colunistas que tanto a alugaram. Conta a lenda que Bebeth ensinou um milionário emergente a se vestir. Ele só tinha ternos cor-de-salmão no guarda-roupa.
Mas isso é assunto para outro dia.
Clique sobre a foto.

sexta-feira, setembro 14, 2007

Furo internacional

Doutor João Havelange, o homem que transformou o futebol em potência mundial, me contou que DETESTOU sua biografia, escrita pelo mesmo autor do livro sobre o Ayrton Senna. Me deu detalhes. Depois eu conto, quando voltar de Búzios...

Reflexões do dia

Jayder Soares é VIP. Primeiríssimo time. Quatrocentão, mesmo. Ainda que com seus pulseirões de ouro "ligítimo" e seu vozeirão pavarotiano - mesmo quando conta um segredo em plenos salões elegantes, foi citado hoje na coluna mais sangue-azul do Rio.

E os caras-pintadas da Une petista, não sairão às ruas para impedir o heloisahelênico Renan?

Estou seguindo para Búzios. Fim de semana na casa mais bonita de Geribá, de Sua Alteza Sereníssima Elzita Bittencourt do Valle, minha amiga mais que querida. Vou confabular com o doutor Alfredo Bumachar, que tem casa no mesmo condomínio, o maior causídico das falências no Brasil. Quero saber sobre quem é que ainda está na pindaíba e sobre quem conseguiu pagar a conta do cartão de crédito corporativo, este mês. O homem só tem cliente dus bão. Do Tanure ao Pelé. E toma um uísque que dá gosto ver...

terça-feira, setembro 11, 2007

Professor Pasquale, já!

Lançaram uma revista nova em Búzios, com fotos de algumas personagens do segundo time social carioca. É tudo muito colorido, papel caro, gente sorridente...
Mas os "editores" nada sabem do ofício escrever...
O texto... Quanta batatada!
Crases, hífens, vígulas e pontos são seres de outro planeta...


FOTO-LEGENDA - Tia Brigitte ficaria ainda mais ranzinza, se recebesse uma revista dessas em seu rancho fundo, bem pra lá do fim do mundo. Soltaria os cachorros, com certeza...

Às apostas, senhores...

Sinuca. Na hora do jogo, caçapa à vista e bolas na mão ou na mesa, tudo é uma questão de escolher o taco.












FOTO-LEGENDA - Mas há quem prefira experimentar os dados...
reprodução Ego/AgNews
clique sobre a foto para liberar o tchan

segunda-feira, setembro 10, 2007

Mais um

Marido da Liége Monteiro, o que é Liége Monteiro?, Luiz Fernando Coutinho sobe um degrau na esfera social carioca assinando a quatro mãos a Página 3, de "O Dia", com o Bruno Astuto, o melhor amigo carioca da Maria Antonieta (ele sabe tudo sobre a ancuda dos brioches). Astuto, aliás, vai estrear, a convite da quase anna wintour Patrícia Carta, coluna na "Vogue RG" - duas páginas sobre o Rio de Janeiro + gossips nacionais e internacionais.
Luiz Fernando Coutinho será certamente mais um associado da Federação do Colunistas Sociais, entidade que se reúne em "congressos" inúmeros pelo País.
Aliás, o que é congresso de federação de colunistas sociais?

FOTO-LEGENDA - Patrícia Carta, longe de ser anna wintour, ainda que diretora da "Vogue" brazuca, contratou um charmoso sabe-tudo carioca para sua equipe - grupo, aliás, onde reinam algumas caras-de-empada...

sexta-feira, setembro 07, 2007

Para o vai e vem do "Comunique-se"

Aviso a quem interessar possa: o filho do Nelson Tanure busca no mercado um profissional para assumir nova coluna social, "antenada o mundo jovem e a moda" (a exigência) no Jornal do Brasil. O novo contratado dividirá a cena com a Hilde. Ela continua no B, o (a) outro (a) no primeiro caderno. Tendo um convite sido devidamente recusado, agora, comenta-se, a Lu Lacerda é a mais cotada.
Aposto que você está pensando no que é que será feito com a Ana Maria Ramalho e a Heloisa Tolipan.
Se eu descobrir, depois conto.
FOTO-LEGENDA: Lu Lacerda, à direita na foto, ainda não sabe, mas está cotada para ser convidada a assumir coluna social no "Jornal do Brasil". Ao seu lado, a dona da daslu carioca, como é mesmo o nome dela? Esqueci...

Tapa na pantera

Houve vexamezinhos de gente conhecida no casamento Sarahyba-Klabin. É que festa, mesmo casamento de quatrocentão, na Marina da Glória, soa como rebu comercial, tipo feira de indústria têxtil. Ainda mais com cartão magnético no lugar dos convites, além das catracas na porteira. Duvido que alguém ousasse tanto, se a cerimônia tivesse acontecido no Copa, por exemplo. Festa de casamento com roleta na porta lembra o Festival de Verão de Salvador. Talvez tenha sido por isso que os boatos no balaco eram os de que a Margareth Menezes faria um show surpresa. Não surgiu ninguém de abadá. O vestido de noiva, ainda que lindo, era "pesado" além da conta. Houve quem esperasse um decote mais, digamos, ousado. Caretérrimo.

PS. E alguém já se encarregou de apelidar o "produtor de moda" que cismou que agora é nobre: "Condessa Adelaide, a anã paraguaia".
FOTO-LEGENDA - Daniela Sarahyba no contexto da família Klabin. Beki ansiosa intratúmulo...

segunda-feira, setembro 03, 2007

Sobre Klabins e Sarahybas


Não posso deixar de contar. Todas as despesas do casamento Daniela Sarahyba-Wolf Klabin estão sendo pagas pela família do noivo. Não sei se até o vestido da noiva e o da mãe da noiva...
Outra coisa: comenta-se no society que a mãe do noivo, até bem pouco tempo, não concordava com a união. Sonhava com um sobrenome bem quatrocentão quanto o seu. Mas é que o Wolf caiu de quatro, como se diz das pessoas apaixonadas.

FOTO-LEGENDA: Sua Alteza Sereníssima Rosa Klabin, à direita na foto, com Daniela-tão-linda, ladeando a onipresente doutora Rosa Célia, do Pró-Criança Cardíaca. Alto society treme com a entrada da modelo da C&A no trem-bala dos quatrocentões. "Antes C&A do que Renner", ouvi no Country...

A chupetinha

Responda rápido: quem foi que deu a primeira chupetinha do filho recém-nascido da Carolina Dieckman (o que é Carolina Dieckman?)? A primeira chupetinha do rebento foi dada pelo Alex Lerner (O que é Alex Lerner?).
Você tinha alguma dúvida?

sábado, agosto 18, 2007

De Polikas e Sarahybas...

(Textos sem cortes e com esmero na pontuação)

A COMPETENTE Polika Teixeira, que é neta de ninguém menos que a papisa do cerimonial Helena Brito Cunha, e que portanto também tem a elegância no DNA, acabou de assumir a direção geral da agência DM9DDB no Rio. Publicitária conhecida em todo o Brasil, tendo passado pelos principais e mais renomados escritórios do ramo, Polika vai comandar agora uma equipe de 40 cabeças...

O CASAMENTO - Assunto de todas as rodas de conversas no Rio, hoje, o casamento de Daniela Sarahyba, que acertou na sorte grande quando conheceu o milionário Wolf Klabin. Quem é que não lembra as agruras do passado da gata, que desfez o namoro com um personagem da TV e o ex exigiu nas páginas das revistas que ela “devolvesse o colar” que ganhou de presente? - quanta falta de categoria do cabra. Águas passadas não movem moinho, e daí que a linda morena não pode contar os mimos que tem recebido do apaixonado futuro marido. Pode ser que não seja em excentricidade, mas pelo menos em elegância Daniela sucederá a grande Beki Klabin. A festa será para 900 pessoas na Marina da Glória. Se a Beki fosse viva, reprovaria o lugar, com certeza. Posso até imaginá-la, cigarro entre os dedos, reclamando com os amigos Tony Bennett e Waldick Soriano, certamente convidados: “mas que lugar sem categoria”. Daniela também vai perder a oportunidade de entrar de noiva na Candelária, não terá fotos deste tipo no álbum: a cerimônia será comandada por um juiz no mesmo lugar da festa, porque ela é católica, ele, judeu. Flores brancas foram encomendadas para o décor. Boa música também na lista das prioridades, porque os noivos querem “dançar muito”, e daí que vão pintar no pedaço nada menos que três DJs, que tal? A noiva entrará com o avô materno, pois perdeu o pai quando era ainda criança...

quinta-feira, agosto 16, 2007

Já vai tarde

A empapuçada Cláudia Fialho foi demitida do Copacabana Palace. Depois de 17 anos tratando o hotel como sua propriedade particular, imaginando-se uma Guinle ou uma Sherwood sem classe e categoria, a referida caiu do salto, foi destronada.
Deve ser confirmada, nos próximos dias, RP do Caneco Gelado do Mário, um boteco lá de Niterói.

quarta-feira, agosto 15, 2007

Um pouco sobre mineiros ilustres

Não é de hoje que os nomes de Minas Gerais chamam a atenção do Brasil, quiçá do mundo, desde um certo dentista, tropeiro, minerador, comerciante, militar e ativista político de nome Joaquim José da Silva Xavier, nascido em 16 de agosto de 1746 e morto em 21 de abril de 1792, até chegar a um herdeiro bonitão e grisalho, governador acariocado que, hoje dizem, “chegará à Presidência da República”.
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O fato é que a Capitania de Minas Gerais sempre foi uma Vila Rica de nomes e sobrenomes, seja na política, na cultura, no esporte. Tancredo Neves, João Guimarães Rosa, Drummond, Fernando Sabino, Darcy Ribeiro, Rubem Fonseca, Telê Santana, Tostão, Piazza, o novato Fred (do Lion), Milton Nascimento, e mais, e mais. Ficaria um dia inteiro aqui nominando a turma. Em Muriaé, uma das mais prósperas cidades mineiras, a elegância parou e ficou...
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TERRA DOS COROADOS - Localizada na Zona da Mata, a cidade tem indústria forte (alimentos, bebidas, vestuário, automóveis) e é um dos maiores PIBs mineiros. Inicialmente terra dos índios Puris, hoje extintos, que no séc XIX habitavam ES, RJ e MG, quando também eram chamados de “Coroados”, Muriaé é grande produtora de café, fruto que propiciou seu desenvolvimento econômico. Terra de longa tradição jornalística, "O Muriaé" (1890), "O Eixo Municipal" (1891), "O Condor" (1898) e "O Radical" (1903), o município também sofreu com o crash de 1929 (a “quinta-feira negra” da quebra da Bolsa de NY, tempo de recessão mundial), mas logo voltou a crescer, com a abertura da estrada Rio-Bahia inaugurada por Getúlio Vargas. Hoje referência nacional no ramo da retífica de motores, Muriaé mantém a tradição e reúne quase todo o PIB mineiro, anualmente, para o concurso “Glamour Girl”...
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BENEFICÊNCIA - Pode-se dizer que trata-se do principal evento beneficente da terra do Aécio Neves. Toda a renda obtida com a venda dos convites serve para ajudar a centenas de crianças e idosos carentes das mais variadas formas, seja na saúde, na educação, no esporte. Todos os anos, no sábado anterior ao Dia dos Pais, a mineirada parte para os domínios da família Braz, que capitaneia o evento, sendo que o patriarca, o empresário José Braz, é prefeito da cidade há tempos. E comanda 38 empresas em todo o Sudeste. Toya, nora (viúva do saudoso Gilberto) e Adélia (Tambasco), filha, são as principais patronesses da festa e contam com a talentosa colaboração do decorador Cacá Correa. Sabe aquele tipo de elegância que não perde a simplicidade, seja aqui ou em Paris? São do tipo...
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JUVENTUDE RESPONSÁVEL - Entre as concorrentes ao título Glamour Girl, só as meninas da sociedade, os sobrenomes mais importantes. Da mesma forma, no corpo de jurados. Ah, e há as torcidas organizadas! Dá gosto ver toda aquela juventude embecada, com os melhores ternos, os vestidos longos, as jóias reluzentes, doando-se à causa dos mais carentes, enquanto nas metrópoles os “colunáveis” novatos andam se ocupando de jogar ovos pela janela, para espocar nas cabeças dos simples mortais. Em Muriaé, a garotada sabe o seu valor e dá exemplo para o Brasil...
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CALENDÁRIO VIP - A festa é antecedida por um calendário de outros eventos, período que dura uma semana. Por exemplo, é praxe: todas as patronesses recebem para jantares em suas belas residências. E por bela residência entenda o seguinte (tomo como exemplo a chácara da locomotiva Toya Braz): heliponto com helicóptero estacionado, quadras de tênis e de squash, campo de futebol, lago imenso com jet-skis ancorados, salão de festas, jardins que, se eu comparasse aos de Versalhes, estaria exagerando só um pouco...
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LAEL VARELA - Na política de Muriaé, além dos nomes estaduais e municipais, em termos nacionais pontifica o deputado federal de cinco mandatos, Lael Varela (Josélia ao lado), empresário e presidente da Fundação Cristiano Varela, nome de seu filho que partiu prematuramente. Obra social de repercussão nacional, a fundação sustenta um hospital que dá suporte a pessoas que sofrem de câncer. Varela também comanda uma universidade e tem paixão por cavalos da raça Mangalarga...
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SEDE DE FAZENDA - Fátima e Elder Abreu também brilham. Ele é o que representam na capital carioca um João Maurício de Araújo Pinho ou um Sérgio Bermudes: grande advogado das causas e clientes importantes. O casal recebeu para um daqueles jantares que antecedem a grande festa, em seu casarão restaurado e iluminado, antiga sede de fazenda de café, com extremo bom gosto. Oitocentos metros quadrados construídos com puro encanto...
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CANTO LÍRICO - A maestrina Rosalva Campos, dublê de cantora lírica, outra mulher chique que recebe muitíssimo bem. É na casa dela o coquetel que antecede o concurso. Antes de partir para o clube, sede do Glamour Girl, todos passam para ouvir Rosalva cantar e beber champã.

sexta-feira, agosto 10, 2007

O homem de Gisele


Tom Brady, o guapo com quem a Gisele Bündchen divide o edredon, foi eleito pela revista "Esquire" o homem mais elegante do mundo. O que você acha?

domingo, agosto 05, 2007

Ginecchine não tem necessidade de provar nada...

O ex-marido da careteira Marília Gabriela deu entrevista para a edição recente (agosto) da ótima revista "TPM", que faz parte da família "Trip". Separei um trecho para vocês: "Não sou um cara machão do jeito que costumam ver. Mas eu nao me importo porque não tenho necessidade de provar nada. E eu acho tão cafona essa coisa de querer saber quem a pessoa come, se é homem ou mulher. Não importa"...

sexta-feira, julho 27, 2007

Os RPs de galetos

NOVA CATEGORIA - O society carioca é pródigo como palco de novas personagens. Depois dos emergentes, agora uma nova turma aponta no cenário: os Relações Públicas de churrascarias. À parte logicamente o David Brazil, que está muito além desta função, e que, hoje, converteu-se em uma personagem absolutamente necessária na crônica social-televisiva carioca, toda vitrine de galeto de padaria atualmente tem um “promoter”. Está ficando impraticável...

terça-feira, julho 24, 2007

Chucrute com cheiro-verde e páprica

Clique sobre a foto.
Os mais novos amigos de infância.
Gianecchini e Alemão já teriam trocado até receita de risoto ao funghi.
Quem entrará com o saleiro?

segunda-feira, julho 23, 2007

Que saco!

Dado Dolabela já foi devidamente alcunhado nas areias da praia do Leblon, onde é habitué. As bibas e as meninas mais afoitas só o chamam de MALUDO.
Tire você as suas conclusões.

sexta-feira, julho 20, 2007

O rapaz é pegador!

Gianecchine foi "visto com duas morenas" no mesmo dia? Ah, tá.
O cara é tão pegador quanto do Sérgio Marone e o Fernando Torquato.

Aliás, o Torquato é um profissional impossível: já tirou a roupa do Alemão. Para uma expo fotográfica.

quinta-feira, julho 19, 2007

Um gentleman no avião que caiu

Cavalheiro na mais ampla expressão da palavra era Guilherme Duque Estrada de Moraes (na foto, com a mulher), nascido em Niterói, que estava entre os passageiros do avião da TAM. Bonitão, viajado, sempre ao lado de Antonieta (que é irmã da Maria Beltrão), Guilherme era um anfitrião perfeito.
Outro dia mesmo, casou dois filhos, Carlos Eduardo e Mariana, reunindo os quatrocentões e intelectuais daquela estirpe que não precisa aparecer em colunas sociais.
Guilherme assumiu o Ministério da Previdência, na interinidade do Hélio Beltrão, e marcou pela competência. Atualmente, era vice-presidente do Instituto Hélio Beltrão e vice-presidente executivo da Associação Brasileira das Indústrias Químicas. Voltava do Rio Grande do Sul, onde foi fazer palestra sobre a nova política para substâncias químicas da União Européia. Era importante, com (até ontem) 221 citações no Google...