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sábado, setembro 29, 2007

Luiza Brunet na capa da revista "Porcão"?

Uma digníssima leitoa.
Com uma baita de uma pururuca dentro de casa...

Liége na tela do "Paraíso Tropical"?

Era Paraíso ou Saramandaia?






FOTO-LEGENDA - Chuta que é macumba!

Flamengo vai lançar sua TV

O Clube de Regatas Flamengo está ultimando os detalhes para lançar seu canal de TV. Por enquanto, a fase experimental se dará na internet, mas há planos para o sinal aberto, e a tônica da programação será sobre os bastidores da agremiação, sobretudo da equipe do futebol. A vida particular dos atletas na linha de frente. Intimidade. No primeiro momento, o acesso será livre, mas o departamento de marketing do Mengão, chamado de "Flamarketing", planeja cobrar mensalidade dos internautas num futuro bem próximo.




FOTO-LEGENDA - O Galinho de Quintino deverá aparecer na "TV Fla"

terça-feira, setembro 25, 2007

segunda-feira, setembro 24, 2007

Que mostarda, que nada!

Ô raça ruim... a dessa gente.
Já me telefonaram para contar que a festa no Edifício Chopin, acontecida sábado, onde todo mundo teve de comparecer vestido de vermelho, por ordem do convite, ganhou um apelido implacável:
"Quer-que-chupe?"
Como diria a tia Danuza, que coisa.
FOTO-LEGENDA - Há que se usar guardanapo para conter os excessos...

sábado, setembro 22, 2007

Algo de esquisito no reino do society

A Louis Vuitton é muito fina, finíssima, mas sonega impostos...

No Baronetti, a Vigilância Sanitária encontrou carne estragada...

Ninguém agüenta mais a coluna do Joaquim, quando ele dá de fazer aquelas enquetes do tipo "meu ipê morreu, o que será de mim"...

E sobre o Chopin, o que não se divulga são as festas de embalo só para homens, que de vez em quando acontecem por lá. O reinado de Baco. Consta que os anfitriões mandam o motorista buscar bofes até em Niterói...

sexta-feira, setembro 21, 2007

Esse Bruno Astuto vai longe

Já escrevi no blog em textos idos. Conheci o Bruno Astuto, colunista d’O Dia, na primeira metade dos anos 90. Era ele então um menino tímido, mas já brilhante, preceptor dos filhos das ricas, famosas e temperamentais como a Narcisa. Você não crê que a Narcisa ensinasse a tabuada para Catharina e Mariana, né?

Bruno, o chamei de “príncipe” por suas idéias monarquistas, já marcava pela beleza e o charme. Cabelos longos no mesmo comprimento daqueles do senador limítrofe de Niterói, o Salgado. Foi amor à primeira vista. Logo estávamos ao telefone, madrugadas inteiras rompidas, com Bruno me contando segredos, dando-me notícias ótimas para a coluna e dissertando sobre todos os assuntos. Falávamos do “headhunter” do momento ao sanguinário ditador Slobodan Milosevic, o líder sérvio. Eram assim os nossos dias.

Lembro que a primeira grande festa do Bruno, fora do eixo Narcisa, daqueles rebus com a presença do que se chama de “alta sociedade carioca”, foi em um meu aniversário, no saudoso Le Saint Honoré, melhor restaurante do Rio, no alto do também morto e enterrado Hotel Meridien, na Avenida Atlântica. Com o salão apinhado de Carmens Terezinhas Solbiati Mayrink Veiga, do saudoso Harry Stone (com Lúcia), da linda Thereza Collor no auge do sucesso, sem falar na Mariza Coser com o Jair, no Alberto Rolla com a Guiomar, na Alice Tapajós, então manda-chuva da moda carioca, e num prestigiado prefeito de Niterói, João Sampaio, entre outros bacanas, o Bruno chegou vestido como um Luis XIV revisitado, um Zorro debruado de dourado, dentro de uma capa preta de parar a Copacabana que precisou de uma década à frente para se abalar com a Bebel.

Bruno roubou a cena do meu aniversário! E antes que as jaciras de plantão se apressem a conjeturas relativas a qualquer ponta ciúmes de minha parte, pelo brilho do outro na minha festa, conto que, muito pelo contrário, vibrei como nunca! A festa, que já àquela altura bombava com a chegada da divina Carmen, toda de preto (tailleur Saint Laurent, gola de vison), ganhou ares ainda mais excêntricos com a chegada daquele super-herói exótico, lindo e longilíneo. Claro que todas as mulheres quiseram conhecê-lo, e os flashs não pararam de disparar.

Detalhe dos detalhes: cada um pagou a sua conta, menu de Paul Bocuse (mousseine de salmão com algas, pato assado com mangas, e mais, e mais), champã Dom Pérignon vintage doado às caixas pela Lily Marinho, então Lily de Carvalho, minha querida Lily até hoje. Uma festa de adesão, nêga, porque-prestígio-sempre-tive.

Mas o Bruno. Falava do Bruno que, em pouquíssimo tempo de estrada, já está escrevendo para a “Vogue” (a coluna de estréia sai em outubro). Que tal? O que aquele meninote, o Galvão, filho do Grajaú, gramou durante anos de estrada, tendo sido até assistente da Lu Lacerda (você pode imaginar o que é ser assistente da Lu Lacerda?), para chegar a editor da Vogue RG, o Bruno rompeu em coisa de três meses. Ou um pouco mais.

Estrela é o nome disso. E já naqueles obscuros 90’s, eu já atentava para o brilho desse menino órfão de pais desde muito cedo, criado pela suave tia Iva no alto da Rua Sacopã, endereço que já pressupõe racé, ou não? O primeiro texto publicado do Astuto saiu no meu jornal, o “M”, que edito uma vez na vida, outra na morte, e só para bacanas, como a Egoïste faz em Paris. Ironia do destino, a retratada por Bruno era a então sua “melhor amiga”, Narcisa Tamborindeguy – hoje eles estão inimigos. Vou ao arquivo reler e compartilho com você um trecho: “ ‘Ah, les beaux amours des narcisses...’. O Parnaso contemporâneo francês já previa nesse verso o que o futuro reservava ao mundo quase um século depois: no berço dos Tamborindeguy, a pequena Narcisa daria os primeiros passos”.

"Te mete!" - exclamaria a Isabelita dos Patins.

Logo, o Bruno viraria colunista do "M", assinando um espaço intitulado “Cabeças Coroadas”, falando sobre seu assunto predileto, a Monarquia. Minha idéia era a de que ele escrevesse uma coleção de livros, um volume sobre cada rainha, mas aí o garoto já dava seus vôos solitários, qual um beija-flor no sítio do Burle Marx, e a editora escolhida não foi a minha, mas outra, e o projeto gráfico também não meu, como planejado - não sei quem foi que fez. E nos "agradecimentos", lá estava meu nome, no meio de um monte de gente, como mais um botão no canteiro das margaridas.

O segundo volume da coleção não saiu.

Bruno casou (mal), descasou, e comigo ainda tem o poder de fazer milagres. Repete que me tem como “melhor amigo”, mas acho que fala por elegância. Foi capaz de me tirar de casa, quem me conhece sabe que só saio se me meu edifício pegar fogo, para ir ao apartamento de André Ramos e Bruno Chateaubriand que, todo mundo está ciente, não são tratadistas das minhas preferências. Ou não eram. Aniversário do Astuto, e no dia da festa, lembro bem, ele me ligou umas 10 vezes, intimação para comparecer. “Se você não for, vai perder minha amizade, corto relações”, ameaçou. Lá segui para o “território inimigo”, não sem antes deixar de amarrar um cachecol vermelho-sangue no pescoço para conter o veneno (meu, inclusive).

Se em três meses o Bruno chegou à Vogue, desculpas, Gigi, mas não vai demorar muito para ele aportar em O Globo. Escreva o que estou dizendo, porque meu anel de Valentina é poderoso. Bruno é o Jacinto de Tormes da hora, ainda que um Daniel Más me apetecesse muito mais. Só precisa aguçar o faro para identificar os abutres - aquele tipo de lalás que comigo não se cria: só cola no sujeito para levar vantagem, para ter a cara estampada no jornal.

PS. Depois dos ovos jogados pela janela, dizem que chocados na dança do passarinho... vai ter a Festa do Tomate no Chopin, neste sábado. Todo mundo de encarnado. Fico aqui na dúvida, cá com os meus botões de madrepérola, imaginando como não ficará a Leda Nagle todinha de vermelho.

FOTO-LEGENDA – Bruno em sua estréia nos salões da “alta sociedade carioca”. Vestido à la Luis XIV, na festa do meu aniversário, dividindo holofotes com a Carmen Mayrink Veiga. Minha gravata, hoje medonha, é YSL. Dá um desconto, afinal, era começo dos 90. O terno com calça de pregas é Armani, igualmente (hoje) pavoroso. Só falta o celular pendurado na cintura, qual um Albucacys. E o cavanhaque farto? Quanta blasfêmia! E os pés paramentados com chuteiras da Adidas? Ninguém merece.
Entre nós, a baiana mais amada do Brasil, Bebeth de Freitas, avis rara, anfitriã de almoços apimentados imperdíveis em seu apê de Ipanema, e hoje esquecida: internada em um asilo em Santa Teresa, ninguém vai visitá-la. Nem os colunistas que tanto a alugaram. Conta a lenda que Bebeth ensinou um milionário emergente a se vestir. Ele só tinha ternos cor-de-salmão no guarda-roupa.
Mas isso é assunto para outro dia.
Clique sobre a foto.

sexta-feira, setembro 14, 2007

Furo internacional

Doutor João Havelange, o homem que transformou o futebol em potência mundial, me contou que DETESTOU sua biografia, escrita pelo mesmo autor do livro sobre o Ayrton Senna. Me deu detalhes. Depois eu conto, quando voltar de Búzios...

Reflexões do dia

Jayder Soares é VIP. Primeiríssimo time. Quatrocentão, mesmo. Ainda que com seus pulseirões de ouro "ligítimo" e seu vozeirão pavarotiano - mesmo quando conta um segredo em plenos salões elegantes, foi citado hoje na coluna mais sangue-azul do Rio.

E os caras-pintadas da Une petista, não sairão às ruas para impedir o heloisahelênico Renan?

Estou seguindo para Búzios. Fim de semana na casa mais bonita de Geribá, de Sua Alteza Sereníssima Elzita Bittencourt do Valle, minha amiga mais que querida. Vou confabular com o doutor Alfredo Bumachar, que tem casa no mesmo condomínio, o maior causídico das falências no Brasil. Quero saber sobre quem é que ainda está na pindaíba e sobre quem conseguiu pagar a conta do cartão de crédito corporativo, este mês. O homem só tem cliente dus bão. Do Tanure ao Pelé. E toma um uísque que dá gosto ver...

terça-feira, setembro 11, 2007

Professor Pasquale, já!

Lançaram uma revista nova em Búzios, com fotos de algumas personagens do segundo time social carioca. É tudo muito colorido, papel caro, gente sorridente...
Mas os "editores" nada sabem do ofício escrever...
O texto... Quanta batatada!
Crases, hífens, vígulas e pontos são seres de outro planeta...


FOTO-LEGENDA - Tia Brigitte ficaria ainda mais ranzinza, se recebesse uma revista dessas em seu rancho fundo, bem pra lá do fim do mundo. Soltaria os cachorros, com certeza...

Às apostas, senhores...

Sinuca. Na hora do jogo, caçapa à vista e bolas na mão ou na mesa, tudo é uma questão de escolher o taco.












FOTO-LEGENDA - Mas há quem prefira experimentar os dados...
reprodução Ego/AgNews
clique sobre a foto para liberar o tchan

segunda-feira, setembro 10, 2007

Mais um

Marido da Liége Monteiro, o que é Liége Monteiro?, Luiz Fernando Coutinho sobe um degrau na esfera social carioca assinando a quatro mãos a Página 3, de "O Dia", com o Bruno Astuto, o melhor amigo carioca da Maria Antonieta (ele sabe tudo sobre a ancuda dos brioches). Astuto, aliás, vai estrear, a convite da quase anna wintour Patrícia Carta, coluna na "Vogue RG" - duas páginas sobre o Rio de Janeiro + gossips nacionais e internacionais.
Luiz Fernando Coutinho será certamente mais um associado da Federação do Colunistas Sociais, entidade que se reúne em "congressos" inúmeros pelo País.
Aliás, o que é congresso de federação de colunistas sociais?

FOTO-LEGENDA - Patrícia Carta, longe de ser anna wintour, ainda que diretora da "Vogue" brazuca, contratou um charmoso sabe-tudo carioca para sua equipe - grupo, aliás, onde reinam algumas caras-de-empada...

sexta-feira, setembro 07, 2007

Para o vai e vem do "Comunique-se"

Aviso a quem interessar possa: o filho do Nelson Tanure busca no mercado um profissional para assumir nova coluna social, "antenada o mundo jovem e a moda" (a exigência) no Jornal do Brasil. O novo contratado dividirá a cena com a Hilde. Ela continua no B, o (a) outro (a) no primeiro caderno. Tendo um convite sido devidamente recusado, agora, comenta-se, a Lu Lacerda é a mais cotada.
Aposto que você está pensando no que é que será feito com a Ana Maria Ramalho e a Heloisa Tolipan.
Se eu descobrir, depois conto.
FOTO-LEGENDA: Lu Lacerda, à direita na foto, ainda não sabe, mas está cotada para ser convidada a assumir coluna social no "Jornal do Brasil". Ao seu lado, a dona da daslu carioca, como é mesmo o nome dela? Esqueci...

Tapa na pantera

Houve vexamezinhos de gente conhecida no casamento Sarahyba-Klabin. É que festa, mesmo casamento de quatrocentão, na Marina da Glória, soa como rebu comercial, tipo feira de indústria têxtil. Ainda mais com cartão magnético no lugar dos convites, além das catracas na porteira. Duvido que alguém ousasse tanto, se a cerimônia tivesse acontecido no Copa, por exemplo. Festa de casamento com roleta na porta lembra o Festival de Verão de Salvador. Talvez tenha sido por isso que os boatos no balaco eram os de que a Margareth Menezes faria um show surpresa. Não surgiu ninguém de abadá. O vestido de noiva, ainda que lindo, era "pesado" além da conta. Houve quem esperasse um decote mais, digamos, ousado. Caretérrimo.

PS. E alguém já se encarregou de apelidar o "produtor de moda" que cismou que agora é nobre: "Condessa Adelaide, a anã paraguaia".
FOTO-LEGENDA - Daniela Sarahyba no contexto da família Klabin. Beki ansiosa intratúmulo...

segunda-feira, setembro 03, 2007

Sobre Klabins e Sarahybas


Não posso deixar de contar. Todas as despesas do casamento Daniela Sarahyba-Wolf Klabin estão sendo pagas pela família do noivo. Não sei se até o vestido da noiva e o da mãe da noiva...
Outra coisa: comenta-se no society que a mãe do noivo, até bem pouco tempo, não concordava com a união. Sonhava com um sobrenome bem quatrocentão quanto o seu. Mas é que o Wolf caiu de quatro, como se diz das pessoas apaixonadas.

FOTO-LEGENDA: Sua Alteza Sereníssima Rosa Klabin, à direita na foto, com Daniela-tão-linda, ladeando a onipresente doutora Rosa Célia, do Pró-Criança Cardíaca. Alto society treme com a entrada da modelo da C&A no trem-bala dos quatrocentões. "Antes C&A do que Renner", ouvi no Country...

A chupetinha

Responda rápido: quem foi que deu a primeira chupetinha do filho recém-nascido da Carolina Dieckman (o que é Carolina Dieckman?)? A primeira chupetinha do rebento foi dada pelo Alex Lerner (O que é Alex Lerner?).
Você tinha alguma dúvida?