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quinta-feira, julho 30, 2009

Quanta bobagem, meu Deus

O "Ego" debate sobre a "bissexualidade de Fani Pacheco".
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O que é "Ego"?
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O que é "Fani Pacheco"?

Quanta bobagem, meu Deus

Ivete Sangalo comprou um aparelho de Ultrassom para ver, em casa, seu pupilo na barriga.

terça-feira, julho 28, 2009

Hoje é dia do niver do colunista mais trepidante do Rio, Bruno Astuto, de O Dia, que ganha festa no Boox à noite. Ih, a festa era surpresa!

Na foto, Bruno entre a Paulinha Severiano Ribeiro de Castro (mais rica do que a Glória e a Clara juntas, e a Maricy também) com o pão-doce Leonardo di Caprio. Em Ibiza. Repare que é o Leonardo quem clica a foto. Aposto como ele ficou de olho nos colares do Bruno...

sexta-feira, julho 24, 2009

A piada de hoje, de O Globo, sobre Sarney:

Título da matéria: "Eleição no Amapá, carro de som do Maranhão".

Olho da matéria: "Prestação de contas de Sarney tem notas de serviço de empresa de São Luis; dono diz não ter trabalhado para ele".

Penúltimo parágrafo da matéria: "Acho que mandamos uns dois carros para lá - disse, sem muita certeza". (quem "disse" foi o dono dos carros de som citados no olho da reportagem).

Eu, que não tenho procuração para defender Sarneys e cia, e se o tivesse não toparia a empreitada, só faço a crítica jornalística: o editor, no olho da matéria, diz que o dono do carro de som "emitiu notas" fiscais, "mas não trabalhou" para a campanha de Sarney. O repórter, no fim da matéria, dá aspas para o mesmo dono do carro do som dizendo que achava que havia mandado "uns dois carros para lá", a campanha. Quer dizer: o cabra trabalhou na campanha, cobrou por isso, mas o editor não quis que ele tivesse trabalhado.
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Se isso não for perseguição política e exemplo do que há de pior na imprensa nacional, mudo meu nome para Carmen Miranda - os balangandãs até que já tenho, de um Carnaval das antigas.
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E quero saber o nome da faculidade que expediu os diplomas dos coleguinhas.

quinta-feira, julho 23, 2009

Quem é Artur Virgílio, que prega moralidade no Senado com 10 mil reais do Agaciel dentro do bolso, em plena Paris?

As duas páginas de O Globo, hoje, sobre Sarney, são deprimentes.

Primeiro porque, nessa saraivada de críticas do diário dos Marinho ao presidente do Senado, até hoje, não li qualquer indício de CRIME cometido pelo pajé do Maranhão.
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Segundo que, se tráfico de influência fosse crime neste País, não haveria um político em pleno exercício de seu mandato.
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Terceiro porque as páginas (mídia caríssima, dizem) do jornalão de hoje garantem (até com chamada de primeira!) que "gravações ligam Sarney aos atos secretos". Li e reli o calhamaço e não vi sequer uma palavra que confirmasse essa informação.
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O que li foram transcrições de telefonemas de pai-filha-avô-neto. Coisa natural: a menina apaixonada pede emprego para o namorado ao avô influente. Ponto. Eu, estando apaixonado e com o vovô mandachuva, faria o mesmo. Outra coisa: fiquei até bem emocionado com o tratamento que os pais dão aos filhos no clã maranhense: é "bênção, pai" pra lã, "Deus lhe abençoe" para cá, "Ei, meu bem" pra acolá, "beijo, pai", e mais, e mais. Para um clã que andam pintando marginal, tais tratativas soam estranhas.
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O Globo, hipoteticamente dono dos maiores cérebros da imprensa nacional, ao lado da FSP, está dando barriga nessa história do Sarney. Já virou coisa pessoal sei lá de quem.
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Precisa confirmar as denúcias que faz, o que até agora não conseguiu.
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PS. A turma de O Globo que ponha as barbas de molho, depois dessa multa milionária que o Cade pôs na conta da Ambev, porque a indústria cervejeira "persegue e prejudica a concorrência". Para quem não sabe, tramita no mesmo Cade (não confundir com cadê) uma ação de O Dia contra O Globo, exatamente por isso. Gigi Carvalho, a presidente-gata de O Dia, acusa o jornalão dos Marinho de concorrência desleal, porque dá descontos altíssimos a empresas que só anunciem em veículos "da casa", tipo Globo e Extra. Se o cabra resolve publicar anúncios em jornais concorrentes, como O Dia, perde o desconto. E o abatimento é coisa de uns 60%, dizem. Vamos aguardar.

quinta-feira, julho 16, 2009

Leio que o cabeleireiro do Roberto Carlos vai lançar um livro de memórias.

Vê-se que o cabra entende NADA de marketing.
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Pô, eu, se fosse cabeleireiro do Roberto Carlos, faria de tudo para esconder esta condição.
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Os cabelos são o que o rei - no capítulo estética pessoal - tem de pior.

quinta-feira, julho 09, 2009

Do capítulo "Minhas memórias"

Um romance sobre o qual nunca ninguem falou, o de Lígia Azevedo com o príncipe D. João de Orleans e Bragança, o Joãozinho, em Paraty, muitas puladas de janela no contexto, muito ranger de assoalho...

segunda-feira, julho 06, 2009

Do capítulo "Minhas memórias"...

Romário, o craque do futebol, mostrando o pinto para o David Brazil, por baixo da mesa da Porcão de Ipanema, um pingolim bem tristonho e "resfolegado", para provar que passou a noite inteira na calaçaria.

A turma toda está partindo para Ibiza, pois vai ter batecoxa no niver da Luduboni!

Luduboni ganhou na loteria, quando conheceu este que é o cara mais interessante de todo Rio de Janeiro - e não falo nem da competência profissional...
Boni é tudo de bom "no pessoal", como bem patenteou o Faustão.
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PS. E tenho um amigo deseducado que tem o péssimo hábito de cortar os telefonemas com um inimaginável "espera aí que fulano está me chamando na outra linha, já te ligo", e não liga coisíssima nenhuma.
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Sai desse corpo, Glória Maxwell!

A expressão "fulana viajou a convite da empresa sicrana", embaixo de uma reportagem na qual a "sicrana" é tida como a última coca cola do deserto,...

pode ser chamada de aceno ao jabá ou ao fubá? Ao xixim ou à jambalaia?

O que dizer de uma festa literária, no caso a Flip, cujos organizadores impedem que novos escritores vendam seus livros em praça pública?