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segunda-feira, janeiro 25, 2010

Hoje acordei com saudade do Ayrton!

Lembro de uma cena antológica do Senna no Sambódromo, no Rio, durante o desfile do Salgueiro, quando ele, lépido e fagueiro, pulou da mureta do camarote e fez as honras à bateria, saracoteando, tal e qual um padrinho dos ritmistas, rebolativo que só ele.

A Sapucaí veio abaixo.

Eu, a dois metros de distância, pois trabalhando na avenida na cobertura do Carnaval, como faço há uns 20 anos, ressenti por não trazer à mão a máquina fotográfica. Mas saiu na capa de todos os jornais.

quinta-feira, janeiro 21, 2010

Lendo a noticia de que o sucessor do Ted Kennedy, no Senado americano, há 27 anos posou nu, fazendo bico de modelo, pensei em como seria...

... O nosso vaidoso Artur Virgílio na mesma situação. Scott Brown hoje tem 50 anos e tirou a roupa para a revista Cosmopolitan, quando ainda estudava Direito.

Resumo da ópera: todo bofiscândalo tem uma Michael Roberts gulosa em sua cola.

quarta-feira, janeiro 20, 2010

Você sabia que a Danuza Leão tem um blog? Eu, não. Acabei de ver. Não preciso dizer que já me viciei, né...

Sou uma criatura muito viciosa.
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Agora espero ansiosamente pelo blog do Xexéo.

Clientes do "Claude Troisgros" caem no conto do vigário

O restaurante "Claude Troisgros", no Fashion Mall, que a turma há muito tempo só chama de "Fashion do Mal", por conta do volume de assaltos ao redor, conclamou a clientela para uma "harmonização" de comes e bebes. No cardápio, vinhos e pratos sedutores.
Restaurante cheio, cada um pagou R$ 120.
Qual não foi a surpresa dos comilões: no capítulo comida, as porções eram daquela moda, tipo unha de dedo mindinho. Agora, os vinhos eram servidos a rodo.
Conclusão: a trupe - restaurante cheio - saiu de porre.
E acabou na Pizzaria Guanabara, claro, cheia de fome.

segunda-feira, janeiro 18, 2010

Ricardo Macchi entrou no blog para me ameaçar

Ricardo Macchi, o inesquecível Cigano Igor, entrou aqui no blog e postou dois comentários, mandando eu ter "cuidado". Deve ser prática comum do grandalhão. Me chama de "jornalista frustrado", de isso e aquilo - procure em uma notícia relacionada a ele mais aí embaixo.
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E isso só porque eu publiquei o que soube em Porto Alegre, Gramado e Ijuí, que o apelido dele no Sul é "China". Isso é que é ter trauma de um apelido!
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E nem publiquei tudo que me foi dito, e que achei sério, porque eu tenho muito mais o que fazer do que ficar apurando notícia sobre Ricardo Macchi.
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Tem mais: o galalau escreveu que pode usar todo o seu network, que ele escreve "net-work", contra mim. Que tal?
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Meu Deus: eu que não tenho network, vou recorrer aos bíceps do meu amigo Miguel Kelner, campeão de Jiu Jitsu, este sim um gentleman, para me defender desse brutamontes. Eu que sou um magricelo...

sexta-feira, janeiro 15, 2010

Que Rio? The New York Times põe a Bahia (e o Hotel Zank, decorado pela Judith Pottecher) no topo do mundo






O importante caderno de turismo do jornal mais importante do mundo traz reportagem recente sobre os 31 destinos obrigatórios de 2010 para o seu leitor viajante. O Brasil é citado, e o Hotel Zank, majestoso, em Salvador, é muito elogiado. Louvores também para o Uxua Casa Hotel, em Trancoso, do designer holandês Wilbert Das, ex-diretor criativo da Diesel.
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O Zank ganha espaço aqui também, porque foi decorado por uma das mulheres mais elegantes que conheço, Judith Pottecher (foto), baiana vipérrima que morou durante décadas em Paris, com seu marido francês.
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O Times diz que o Zank mescla os estilos clássico-moderno, e tem uma vista excepcional para o Oceano Atlântico. E mais: que com a Bahia emerge rapidamente como destino jet-set.
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Viva a bela Judith!
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Fui lá no site do Zank e copiei o texto abaixo para você, meu leitor amado, idolatrado, salve, salve!:
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"Esse segundo empreendimento do grupo ZNT elegeu a Bahia e precisamente uma das mais belas localizações de Salvador, o tradicional e boêmio bairro do Rio Vermelho, como cenário para o seu Hotel Butique, o primeiro projeto com esse conceito no Norte e Nordeste do país.

O grupo ZNT, há dez anos no segmento do ecoturismo na região amazônica, atrai sobretudo uma clientela européia e americana, desenvolvendo paralelamente ações de preservação ambiental e autosustentabilidade. Esse novo desafio, o Zank Boutique Hotel, mobilizou inteiramente essa família de empresários paranaenses, especialmente as irmãs Raquel, Eliane e Cecilia Zanchet que passaram a residir em Salvador e dirigir pessoalmente todas as etapas do empreendimento. O Zank corresponde ao desejo do grupo de investir em um novo conceito de hotelaria exclusiva, tendo como foco a cultura e história do Brasil na região do nordeste.

“A escolha pelo Rio Vermelho foi a combinação perfeita para retratar a arte e a arquitetura através do tempo. O que nos encantou foi a possibilidade de unir em 1000 m² patrimônio histórico, uma bela vista para o mar e o jardim de coqueiros, elementos que conferem um charme especial ao empreendimento”.

O Zank segue uma linha cada vez mais de atualidade: um Hotel intimista, de proprietário, que escapa inteiramente aos padrões clássicos das grandes cadeias de hotéis internacionais. Um hotel personalizado, onde cada um dos seus 20 apartamentos recebeu uma concepção diferenciada. Mas não só o design de interiores foi tratado com esse diferencial, o serviço oferecido pelo Zank Hotel segue essa mesma linha: cada visitante é único e merece todos os mimos e atenções. Essa abordagem calorosa e sóbria reflete o desejo e a personalidade dos seus proprietários. À frente dessa nova investida do grupo ZNT, as três irmãs oferecem à Bahia um empreendimento único e de grande qualidade".


Você não imagina o que descobri: Erika Palomino, a "editora de moda", nasceu em Niterói, e tem pavor de que as pessoas fiquem sabendo disso.

Cururrucucu, Paloma!
Cururrucucu, cafona!

Olha a cabeleira do Zezé! Cristiano Ronaldo na nova campanha da Armani


segunda-feira, janeiro 11, 2010

Prefeito de Niterói quer vender rua a construtora

O prefeito de Niterói, Jorginho, mandou para a Câmara Municipal de sua cidade um projeto de lei no mínimo "abusante", como diria aquela empregada da novela "Caminho das Índias". Simplesmente, a mensagem ao Legislativo propõe que o Executivo seja autorizado a vender uma rua sem saída a seus moradores. É. Alega o alcaide que seria menos despesa para a Prefeitura. Que tal? Niterói é paupérrima, e agora também não pode dispor de dinheiro para pagar a manutenção de suas ruas.
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Mas o prefeito Jorginho não contava com a repercussão negativa de seu mau ato. A cidade não fala em outra coisa, em todas as esquinas, "O Globo"/Niterói fez matéria, e aí que veio o inesperado: a reportagem de "O Globo" ouviu os moradores da rua, e ficou sabendo que uma construtora já teria feito ofertas para comprar os imóveis da tal via. Que tal? (de novo)
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O prefeito jura de pés juntos que não sabia que uma construtora estava interessada em imóveis da rua (em Icaraí, bairro valorizado), e o Papai Noel também existe, sendo este primo do Saci Pererê.
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O prefeito, fugindo a seu estilo pimpão de ser, pôs o "galho dentro" e "desistiu" de sua carreira de corretor, mandando que a Câmara lhe devolvesse a prova escrita de tal disparate.
Ah, mas há gente séria em Niterói, e o promotor Luciano Matos, do MP, achou muito estranha toda essa lenga-lenga, mandando instaurar inquérito.
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"Desistindo" ou não, o prefeito Jorginho terá de se explicar ao Ministério Público.

quinta-feira, janeiro 07, 2010

Na pessoa do Coronel Loureiro, comandante dos bombeiros cariocas na árdua tarefa de salvamento em Angra, nossa reverência aos bravos Heróis do Rio...

A primeira foto é a reprodução daquela publicada no Calendário Heróis do Rio/2004, cuja participação do referido oficial - um dos mais gabaritados de todo o País, sendo professor condecorado de bombeiros de todo o mundo - só engrandeceu o projeto da empresa Mago Idéias.




segunda-feira, janeiro 04, 2010

Casas Bahia fracassam no Sul

O "quer pagar quanto", slogan da Casas Bahia, não vingou no Rio Grande do Sul. Depois de cinco anos instalada na terra do chimarrão, a empresa dos Klein, agora também dos Diniz, fechou portas de todas as lojas - um total de cinco. Faltou sotaque gaúcho na comunicação.
Uma moradora antenada de Gramado me diz que a rede de lojas "vendia o crediário, mas não os bens". É que o gaucho "não dá valor a promoções, mas sim a produtos de qualidade".

Além do apagão do governador Cabral, que sumiu nas primeiras 24 horas da tragédia, Angra também ficou três dias sem luz, no réveillon.