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quinta-feira, fevereiro 25, 2010

A pedofilia do Hamas



(Recebi este e-mail, o texto não é meu)

“Enquanto a imprensa exalta os "lutadores da liberdade do Hamas", os "rebeldes", o mundo desconhece uma das histórias mais SÓRDIDAS de abuso infantil, torturas e sodomização do planeta, vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas, que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical.

Infância perdida, abuso certo: ficaremos calados?

A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade.org, e é traduzida com exclusividade no Brasil pelo “De Olho Na Mídia” (ninguém mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto).


Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos. A maioria das noivas tinha menos de dez anos.

Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas, foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte dessa cerimônia tão cuidadosamente planejada.

"Nós estamos felizes em dizer à América que ela não pode nos negar alegria e felicidade", Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.


Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas.

As garotas na pré-puberdade (pré-puberdade?????), que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam buquês de noiva.


"Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra", discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.


As fotos do casamento relatam o resto desta história repugnante. Noivas de 4 a 10 anos e presentes de $500


O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta, e quase todas em países muçulmanos.

Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito. Mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.


Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com o Unicef. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.


Nesta hora, até a miséria desaparece de Gaza: carros de luxo para meninas reduzidas a lixo.


A prática da pedofilia teria base e apoio do islã. O livro Sahih Bukhari, em seu quinto capítulo, diz que Aisha, uma das esposas de Maomé, teria seis anos quando se casou com ele, e as primeiras relações íntimas ocorreram aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda...

Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:


Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não pode penetrar, sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota, entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota. É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido, e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu.


Esta é a história que a mídia não conta, que o mundo se cala e não quer ver, ou que não querem que você saiba.


Mas agora você está ciente, não tem mais jeito! Vai ficar calado? Cobre os veículos de mídia, aja! Se você não fizer nada, ninguém poderá salvar estas vítimas inocentes do inferno do Hamas e similares.”

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

Não entendo esses "ensaios técnicos" das escolas de samba cariocas.

Como é que se pode ensaiar um espetáculo, sobretudo musical, se não há sistema de som funcionando?
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Alouou!
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Fica aquele bando de gente marchando na Sapucaí, sem ouvir o samba-enredo que o Jamelão da vez está cantando a quilômetros de distância, num carro de alto-falantes sem potência, e nem digo que, para o público da assistência, afora o fato de os banheiros estarem podres, sem a água necessária que a Cedae é obrigada a fornecer, é um banho de água (opa) fria...

Querida Manoela Fiala, sua avó, Lucianita Carvalho, foi uma grande amiga. Tenho dela, inclusive, em minha mesa de trabalho, uma foto linda, ao lado...

... da de minha mãe, ambas queridíssimas.
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Lucianita (foto MG) não era apenas uma das mais elegantes do Brasil, era amiga, incentivadora, torcia pelos amigos, fazia o impossível para ver todos sempre bem.
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Quantas histórias! Quantas idas nossas ao Campo de Sant'Anna, para alimentar os gatos abandonados!
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Amava e amo sua avó, querida, que embelezava uma mesa como nenhuma outra neste Rio de Janeiro. Embelezava tanto quando era convidada para um jantar exclusivo, ou quando ela mesma combinava as flores com as velas e a porcelana, em sua bela sala de jantar no Morro da Viuva.
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Quantas noites adentro no telefone, ela comentando as novas coleções da moda de Paris, e me contando as notícias mais quentes do society carioca, pois integrava o primeiríssimo time social e do coração das amigas.
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Poucas pessoas são uma unanimidade do bem como a Lucianita, que só tinha amigos.
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Partiu muito cedo, e deve estar no posto de síndica do céu, embelezando as mesas dos banquetes celestiais.
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Viva Manoela Fiala!