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quinta-feira, setembro 30, 2010

Achei o Murilo Rosa pintosíssima, paramentado com boás de plumas, no capítulo de estréia da ótima "Araguaia". Tinha até olhar enviesado...

'Sugerriram' que Brasília faça um seguro de vida Bradesco. 'Vai que' a Weslian Roriz seja eleita!

A vida como ela deveria ser

Teria o Artur Xexéo contratado uma assessoria e imprensa?

Só isso explicaria a onipresença do ex-editor de Cultura de O Globo nos jornais de por aí, como gancho de notícias.

Pode ser perigoso: jornalísta virar lead e colunista se travestir de colunável.
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A história recente carioca, quem presta atenção percebe, não nega os fatos.

terça-feira, setembro 21, 2010

Brasileiros conquistam a América: a sempre-linda Sonia Racé, quer dizer, Sônia Racy, ladeada por Nizan Guanaes, Bill Clinton e Bruno Astuto, em NY...

José Celso Gontijo, o homem da propina, e sua mulher, Ana Maria, que esbanjam $ no DF, enfim, viraram society: casaram filha com um legítimo Rudge.



Se eu te contar como foi a festa de casamento da filha dos emergentes e cafonérrimos Ana Maria Gontijo e José Celso, ele mesmo, que outro dia estava em vídeo na TV a pagar propina para o assessor do governador Arruda, você pensará que estou mentindo. Como não fui ao rebu, mas li no blog da Hildegard Angel, reproduzo esta foto do casal e, claro, o vídeo comprometedor, que está hospedado no YouTube e guardado no meu HD.

Imagina a festa de casamento do príncipe William? Foi melhor, muito melhor, porque, você sabe, o orçamento do Governo do Distrito Federal é generoso para as obras do citado empreiteiro, sendo que a Rainha Elizabeth, por sua vez, teve cortados muitos privilégios, depois da crise financeira mundial.

Afora os pangárés cariocas de sempre, que vão aonde o presunto está pendurado, os nomes puro society vistos na festa, você pode ter certeza, eram todos convidados dos Rudge, esses, sim, o suprassumo do chique.

E vamos combinar que a noiva é linda e, assim como a Deborah Secco, não pode ser responsabilizada pela maneira nada elegante de papai fazer negócios.

Foto de Oswaldinho Rocha/Reprodução do blog da Hilde.
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PS. O tal assessor do Arruda, que recebe a propina do Gontijo, só chama o empreiteiro, no vídeo, do vulgo "Zé Pequeno"...

domingo, setembro 19, 2010

A Danuza do blog é pirata

Danuza Leão acionou advogados para, amigavelmente, dizerem ao Google que a "Danuza Leão" de um blog de por aí não é a própria.
Resultado: todos os posts foram apagados e o domínio entregue à colunista original, porque você sabe o que é pudê. E pudê a tia tem.
Resumo da ópera: quando e se ela quiser, o blog sai.
Mas não há jeito de isso acontecer antes da virada do milênio.

As cores do Fashion Mal...

O shopping Fashion Mal, hospedado naquele bucólico São Conrado, onde bala juquinha se confunde com bala de revórvi, ou vice, ou versa, gasta os tubos em página inteira de publicidade nos jornaões do Rio e na Vejinha - esta trazendo capa tripla com "a paleta de cores inspirada nas vitrines" do shópi - porque seus corredores vazios preocupam, as lojas já estão fechando.
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Entre as citadas cores, há o azul do "mar", o verde da "mata", o vermelho do "pôr-do-sol" e o marrom da "montanha".
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Us cápi da pub do shópi se esqueceram do cinza das balas da trúpi do Ném, que mora ali pertin.

sábado, setembro 18, 2010

Os paulistas

Os mais novos amigos de infância, Ana Maria Braga e Bruno Astuto, ladeando a linda Donata Meirelles nas altas rodas da paulicéia desvairada...
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Foto: reprodução/Glamurama/rodrigo Zorzi

Título no caderno de Esportes de O Globo de hoje: "Nascido há 2.500 anos atrás"

A pergunta que não quer calar é a seguinte: caberia um "há 2.500 anos à frente"?
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PS. E decerto que a crase não nasceu para humilhar quem a (des)usa, mas Kika Gama Lobo, "À conferir" é o cacete!
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Ah! Está nas bancas hoje uma das melhores edições do caderno ELA da temporada. Não por acaso, a editora titular está de férias. Efetivem-se os interinos!

Kellan Lutz, o vampiro Emmett, de "Eclipse", posou para nova campanha da grife Calvin Klein

quarta-feira, setembro 15, 2010

O amor é lindro, mas é de vidro



Esses dois galalaus que aparecem nas fotos, o zagueiro Darren O'Dea (no alto), do Celtic, e o atacante Chris Killen, ex-Celtic, agora no Shenzen FC, da China, foram flagrados por uma câmera de boate, na Escócia, protagonizando o maior beijo na boca. Tipo aquele de liquidificador, que o Cazuza alcunhou.
São até manchete no "The Sun" de hoje.
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Ambos têm namoradas.
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E Cininha pede seus sais de banho.

terça-feira, setembro 14, 2010

Vendida por R$ 526 milhões, a cobertura da Lily Safra, em Mônaco, está no IG. Luxo-deboche.


Não deixe de ler a listinha "CAFONAS PROFISSIONAIS!!" no blog da Regina Guerreiro.

Aguinaldo Silva anda parecidíssimo com a Terezinha Sodré.

"Pior do que está não fica"

No Rio acabaria em caveirão!

O Rio de Janeiro é tão maravilhoso, mas às vezes, tão careta. Na Austrália, em Sidney, tão espetacular quanto, uma indústria de biscoitos pôs na rua guapos vestidos só com avental, para promover a marca de uma rosa - esta sem duplo sentido.
Não tenho dúvidas de que, se acontecesse coisa igual na Avenida Rio Branco, acabaria em operação do Bope, com o capitão Nascimento, bolado de Dramim, à frente do pelotão.
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PS. Já está no ar a parada de sete de setembro, de todos os anos (foto abaixo), no blog do Waldir Leite. O filósofo Waldir é o chefe das forças armadas - sempre armadas - da blogosfera.

sexta-feira, setembro 10, 2010

Disse que Narcisa Tamborindeguy vai "lançar novo livro". Da janela do Chopin?

Calcanhoto, a nora do Vinícius

A cantora Adriana Calcanhoto e a cineasta Suzana de Moraes, filha do poetinha, casaram-se em cerimônia civil esta semana. Moravam juntas há um tempo, e agora puseram tudo no papel, porque, todo mundo sabe, no mundinho gay é assim: basta que um ou outro bata as botas para a família aparecer e raspar o cofre - e geralmente os gatunos são daquela parte da clã que não quer saber de "ter veado na família".

(qualquer dia, conto a história de um vagabundo, sobrinho de um grande mestre da alta costura carioca, que passou a mão na fortuna do tio, uns 4 milhões. Sei de toda a história)

Mas voltando ao casamento Calcanhoto-Moraes, houve festa na segunda-feira. Todo mundo foi. Até a Bethânia-não-toque-em-mim.


segunda-feira, setembro 06, 2010

"Times" diz que ainda não é a hora da Vevete

O jornal americano "The New York Times" publicou hoje texto sobre o show da Ivete Sangalo. O rigoroso crítico de música Jon Pareles, desinformado, diz que Ivete é "a maior cantora pop do Brasil".

Chama Ivete de "incansável". Diz que a baiana vai cortar um dobrado para "se juntar a artistas como Beyoncé, Madonna e Shakira como uma pop star reconhecida globalmente". O ritmo, diz Pareles, não se encaixa com o mundo fora do Brasil. Banho de água fria.

"Ela tentou uma estratégia de cruzamento internacional: colocar sintetizadores e uma batida 'club' como denominadores comuns em um pot-pourri de hits. Mas desistir completamente da propulsão musical brasileira neutralizaria a música dela. É o dilema da mistura, algo que a Sra. Sangalo ainda precisa definir", conta o cara, uma voz respeitada nos estúdios norte-americanos.

PS. Alguém pode me dizer o que é essa cabeça da Vevete, na foto?

Uma Imperatriz da elegância na Parada da Independência do blog:

Cristiana Neves da Rocha, filha da saudosa Lia, em foto de Janete Longo, tão chique quanto, da Agência Estado.

Está explicado: o nome da figurinista da Ivete Sangado é Patrícia Zuffa.

Ufa.

O que será que acontece com certos "jornalistas" brasileiros que, ao se deparar com mordomias do tipo passagens aéreas e hospedagens nos EUA,...

... logo se convertem em, vassalos, assessores de imprensa de seus anfitriões?

"Jornal do Brasil" declara guerra a "O Globo", com texto contundente contra Luiz Garcia

Uma bomba muito potente foi publicada no JB Online, contra O Globo e seu editorialista, Luiz Garcia. Reproduzo:

"DA REDAÇÃO - Em artigo intitulado 'JB', publicado na edição de 3.9.2010 de O Globo, o jornalista Luiz Garcia incorpora a cômica figura formulada pelo Embaixador Roberto Campos para caracterizar integrantes da pseudo-intelectualidade brasileira – o “arrognante”, personagem que mistura arrogância com ignorância.

A soberba recém-adquirida e a confortável superficialidade de Luiz Garcia são financiadas pelas benesses do oligopólio midiático a que serve.

Nos últimos dias, grandes jornalistas, como Miriam Leitão, analisaram profundamente a trajetória do Jornal do Brasil na TV Globo e no Globo. Outros, em vez de examinar a dinâmica tecnológica que fez o JB tornar-se o primeiro 100% digital do País, optaram por rememorar com nostalgia o JB dos anos 1950, 60 e 70.

Garcia, no entanto, em vez de analisar a evolução de técnicas e costumes, arroga-se ministrar lições de moral. O acidental professor de ética ensina: “o negócio do jornalismo tem uma característica rara e vital: é negócio, mas também é serviço público”. Como se essa característica não estivesse também presente em empresas de alimentação, remédios, hospitais, transportes, águas urbanas ou mesmo a padaria da esquina.

Que deve achar Luiz Garcia do (des)serviço público prestado à reconstrução democrática no país pela empresa a que fisiologicamente se ligou?

Talvez Garcia considere a mão que o alimenta, e a que agora Garcia retribui avassalado, o exemplo mais perfeito de ética jornalística e concorrencial. Ora, alguém com honestidade intelectual e mínimo conhecimento da história recente do País pode achar que a Globo ou O Globo são esses campeões da moral?

Os brasileiros não esquecem episódios desastrosos protagonizados pela empresa que sustenta Luiz Garcia. Nos anos 60 e 70, publicações como o Jornal do Brasil resistiram com altivez aos senhores da noite. Já O Globo cumpriu ordens obedientemente, às vezes com animação. Tornou-se o jornal preferido do governo autoritário.

O jornal de Luiz Garcia estampava em editorial no fatídico 1o. de abril de 1964, primeiro dia da implantação da Ditadura: “Ressurge a Democracia! Vive a Nação dias gloriosos“. Não surpreende se um Editorial como esse tenha sido escrito por Luiz Garcia.

Pretenso professor de moral, Luiz Garcia defende em seu artigo: “O jornal exerce o comércio de vender espaço para anunciantes, mas tem de fazê-lo segundo normas éticas”.

A etiqueta de Garcia o faz olhar para o lado quando seu jornal pratica o dumping e pressões quase criminosas contra anunciantes. Todo o mercado publicitário brasileiro sofre com a prática do monopólio. Por ele, impõem-se veículos “globais” a agências de publicidade e clientes. O Globo, ao exercer política de “exclusividade”, pratica níveis de descontos comerciais em que, caso o cliente anuncie em outro veículo, é ameaçado de retaliação.

As agências – e todos os outros veículos de comunicação no Brasil – são vitima dessa política, assim como dos incentivos dos veículos "globais". São as bonificações de volume, os conhecidos “BVs”, com prêmios em dinheiro – recompensa por determinados patamares de faturamento que atinjam. Espécie de aliciamento a que, constrangidas, as agências se submetem.

E pensar que Garcia, ao menos no nível do discurso, se arvora homem de supostos princípios de esquerda a que cosmeticamente abraçou em anos não muito distantes.

É um erro achar que Luiz Garcia seja alheio à “ética” concorrencial do jornal que o paga. Garcia, bastante conhecido no meio jornalístico por seu adesismo, é remunerado por uma empresa campeã do capitalismo cartorial.

E aí Garcia tem razão: de fato, o leitor não é bobo".


"Post" reproduz elogios da Reuters à performance da Ivete Sangalo

Um dos mais importantes jornais de NY, o "New York Post", publicou texto da agência Reuters no qual a baiana é chamada de "eletrizante, energética e fantástica". Tem mais: Sangalo é "rainha brasileira" para os editores da Reuters.
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Pô, o Madison ali do lado, e o Post nem mandou um repórter? Preferiu comprar texto da Reuters?

domingo, setembro 05, 2010

Namorado de Calvin Klein é ex-ator de filme pornô


O banho-de-loja é visível. Olha acima o rapaz antes e depois de ser alçado ao posto de namorado de um dos mais ricos estilistas americanos.
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Há muito que a tia Calvin, de 67 anos, já chutou o pau da barraca. São famosas, no Rio, suas incursões na sauna Clube 117, onde, recheado de dólares, entra, senta, bebe e manda separar todos os melhores garotos de programa para seu deleite. Paga generosamente, claro.
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Se qualquer biba brasileira paga R$ 50 por um programa, tia Calvin deixa US$ 500 na boa.
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O nome do novo namorado é Nick Gruber, se diz "modelo", tem 20 anos de idade. Os dois têm sido vistos juntos nas altas rodas de Nova York (será que foram ver a Ivete Sangalo?), mas só agora a vida pregressa do rapaz veio à tona.
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E pensa que a tia Calvin está aí pra isso? Que nada!
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A história é curiosa. Nick dava seus pitacos no mercado do filme pornô-gay usando três identidades: além do seu nome, era chamado de Nick London e
Aaron Skyline. Os sites americanos de calaçaria, tipo o "ModelMayhem", estão cheias de fotos dele em ponto-de-bala. O site norte-americano "Gawker" foi quem publicou a notícia, dizendo que Nick London era "o namorado de Calvin". Foi o bastante para o perfil sair do ar.
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Nick contracenou recentemente com o ator Mason Wyler, que teria anunciado que é soropositivo.
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Tia Calvin se trancou. Não dá entrevistas sobre o assunto.

No Madison, sem perder a caipirice

Já vi Bethânia e Whitney cantando no Madison Square Garden. Ao vivo. À época, não lembro de ter testemunhado tanta anunciação à moda Sangalo, quase que como se esta baiana estivesse pisando na lua.

Sinceramente, à parte a magia do palco da casa de shows americana, sou muito mais a Sala São Paulo. E acho uma caipirice essa babação de ovo em torno da rainha do axé, só porque ela conseguiu pisar nas cercanias da Broadway. Por que não conseguiria, já que é uma baita de uma estrela? Cantar no Square Garden é o caminho na-tu-ral de todas as grandes e ricas divas, e não se precisa tratar o assunto como se um ET estivesse sendo aguardado na platéia com seu O(V)NIbus. É só pagar o aluguel do espaço - pôr num avião alguns jornalistas baba-ovos, claro - e convocar a brasileirada de por perto. Espera só, como o ousado e maquiado deputado Elymar Santos ainda vai fazer isso um dia...

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Seja mais dona de si, tupinicada!

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Outra coisa que me incomodou nessa lenga-lenga toda foi o fato de ter lido que, no camarote dos "convidados" da Ivete Sangalo - gianecchines e companhias belas - , a turma brasileira foi obrigada a usar camiseta e algeminhas de acesso, aquelas tirinhas de plastiquinho colorido no pulso, que tal? Como numa Sapucaí básica, à la Justus e patroa, olha a foto. Ocorre que no Carnaval cabe, porque o Momo é dado a uma galhofa...

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Há algo de mais caipira do que isso?

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Francamente, fofa. Na América, VIP que é VIP se identifica pelo olhar. O Bill Cunningham, o Bruno Astuto do "Times", os conhece pelo derrière.

E tem mais uma pergunta: o autor dos figurinos da Sangalo americana ainda está solto? Prendam-no! Socorro! Mistura de Pucci, Galliano, Jacques Leclair e chita à la Julinho Rego, só no Pelourinho depois da meia noite - na calçada do restaurante da Dadá, com Paloma Amado lá dentro lavando a louçaria.

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PS. Estou doido para ler o que o Jon Pareles, crítico de música do “The New York Times”, achou do show. Ele foi convidado, ou só tinha espaço para as suzanas vieiras?