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quinta-feira, outubro 28, 2010

Domingo tem Drica Moraes no Fantástico!

A atriz - uma das nossas melhores, convenhamos - contou para Renata Ceribelli sobre seus dias dramáticos de rebate à leucemia. "Tive medo de morrer", confessou.
Foto: TV Globo

quarta-feira, outubro 27, 2010

O samba da bolinha de papel



Tantinho da Mangueira e Serginho Procópio

Saiu o esperado calendário dos bombeiros espanhóis 2011, agora também com mulheres












Gilmar Mendes está de ressaca, no plenário do STF, julgando a lei da ficha limpa, neste momento. Como bebe água, o cabra!

A Petrobrax e o governo FHC

Por Felipe Marun

A verdade sobre a tentativa de mudança do nome PetroBRAX pelo governo FHC

** Folha Online - Dinheiro - Petrobras muda de nome e passará a ser Petrobrax - 26/12/2000

A Petrobras anunciou hoje a mudança da marca da empresa, que passará a se chamar Petrobrax.

** Folha Online - Dinheiro - Presidente da Petrobras diz que atual marca é muito associada ao Brasil - 26/12/2000

Segundo o presidente da companhia, Henri Philippe Reichstul, a atual marca, BR, é muito associada ao Brasil e ao Estado brasileiro.

** Folha Online - Dinheiro - Petrobras muda nome para facilitar expansão internacional - 26/12/2000

O presidente da companhia, Henri Philippe Reichstul, disse que a mudança, estudada durante oito meses e já aprovada pelo conselho de administração, ganhou na semana passada o aval do presidente Fernando Henrique Cardoso.

argumentos favoráveis à mudança foi que o sufixo brás estaria, internamente, associado à idéia de ineficiência estatal.

"Perdemos o monopólio em 1997, mas o nome (da empresa) continuava associado a ele", disse Reichstul.

** Folha Online - Dinheiro - Congresso questiona mudança do nome da Petrobras - 27/12/2000

O presidente da frente, deputado Vivaldo Barbosa(PDT-RJ), afirmou que está preocupado e indignado com o que classificou de 'decisão unilateral'' dos atuais dirigentes da empresa.

** Folha Online - Brasil - Senadores debatem mudança de nome da Petrobras - 28/12/2000

Em aparte ao senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que criticou os gastos de R$ 70 milhões na mudança do nome Petrobras para Petrobrax, o senador Edison Lobão (PFL-MA) disse que há assuntos mais importantes para tratar.

Já o senador Roberto Requião (PMDB-PR) acusou a direção da Petrobras de cometer "maracutaia" no processo de mudança do nome e do símbolo da empresa. A senadora Heloisa Helena (PT-AL) criticou também a mudança e os negócios feitos pelo governo "na calada da noite", sem qualquer explicação à sociedade.

** Folha Online - Dinheiro - Petrobras rebate críticas à mudança do nome para Petrobrax - 28/12/2000

Hoje a Frente Parlamentar Nacionalista decidiu entrar com uma ação no Ministério Público questionando os prejuízos com a alteração.

Sindicalistas vêem na nova marca o primeiro passo para a privatização da Petrobras.

** Folha Online - Dinheiro - TCU vai investigar mudança do nome da Petrobras - 28/12/2000

O pedido de auditoria será feito pela Frente Parlamentar de Defesa do Brasil, que reúne mais de cem parlamentares no Congresso.

De acordo com o presidente da entidade, deputado Vivaldo Barbosa (PDT-RJ), a empresa foi contratada sem licitação.

Os deputados da frente vão apresentar ainda hoje à mesa diretora da Câmara um projeto para anular todos os efeitos dos atos da Petrobras que levaram à mudança do nome da empresa para Petrobrax.

Além disso, os parlamentares vão entrar com uma representação no Ministério Público para que ele tome as medidas necessárias contra a decisão.

Os deputados ainda entrarão com uma ação popular na Justiça com pedido de liminar proibindo a mudança do nome.

** Folha Online - Dinheiro - FHC manda Petrobras abandonar Petrobrax, diz senador - 28/12/2000

O líder do governo no Senado, José Roberto Arruda (PSDB-DF), disse há pouco que o presidente Fernando Henrique Cardoso determinou pessoalmente ao presidente da Petrobras, Philippe Reichstul, a interrupção definitiva do projeto de alteração do nome da estatal.

"Não há por que insistir numa providência que não tenha aprovação da opinião pública", disse Arruda.

** Folha Online - Dinheiro - Reichstul confirma desistência do nome Petrobrax - 28/12/2000

A nota assinada pelo presidente da empresa, Henri Philippe Reichstul, determina à área de marketing da companhia "a suspensão das providências para mudança da marca fantasia da empresa".

Links para as matérias:

http://search.folha.com.br/search?q=petrobrax&site=online&sd=26/12/2000&...

O Lula-lá da Dilma, feito pelo Wagner Tiso

terça-feira, outubro 26, 2010

Os bastidores das reuniões de cúpula da Globo (ou o jihadismo de Kamel e a serenidade de João Roberto)

por Paulo Nogueira*, do Diário do Centro do Mundo

Um novo trecho de Minha Tribo: O Jornalismo e os Jornalistas

TINHA OUVIDO FALAR POUCO DE ALI KAMEL, CHEFE DE TELEJORNALISMO DA GLOBO, ATÉ CONHECÊ-LO NO CONEDIT. É o conselho editorial das Organizações Globo. Sob o comando de João Roberto Marinho, o Conedit reúne os editores das diversas mídias da Globo para alinhar ações e debater assuntos. As reuniões são realizadas às terças, por volta das 11 horas. Frequentei-as ao longo dos dois anos e meio em que fui diretor editorial das revistas da Globo. Quando cheguei, Kamel já estava lá, e ali permaneceu depois que saí.

A referência mais longa que eu tivera dele veio de um jornalista da Abril que o procurara em busca de emprego. A operação deu certo. O jornalista me contou que lera que Kamel valorizava gente que tivesse passado por revistas, por ser mais apta a mexer com palavras. O próprio Kamel, segundo me informou meu interlocutor, passara pela Veja no Rio antes de se fixar nas Organizações Globo.

Kamel, mesmo sendo carioca, não é exatamente o senhor simpatia, ao contrário de outros editores com quem convivi naquelas manhãs de terça. Seu chefe, Carlos Schroder, aliás gaúcho, por exemplo, é afável e está sempre com um sorriso no rosto. De um modo geral, o ambiente no Conedit reflete o humor, a alegria, a capacidade de rir dos cariocas. (E também a falta de pontualidade.) Mesmo Merval Pereira, colunista de várias mídias da Globo e ex-diretor do jornal, ri com frequência – uma surpresa para quem lê seus textos em geral num tom de elevada preocupação, quase sempre ligada a um pseudopecado mortal de Lula.

Ali Kamel, pela importância da TV, é uma presença destacada no Conedit. Sua expressão de conteúdo, solene, sublinha esse papel. Não sei se Kamel costuma beber no bar com os amigos para falar bobagens como futebol, mas não me pareceu.

O que inicialmente mais me chamou a atenção em Kamel, e em muitos outros ali, foi a obsessão com São Paulo. “Os jornais de São Paulo” são constantemente citados, como se representassem o mal. Não sou exatamente um admirador nem do Estadão e muito menos da Folha, mas achava engraçada a presença dos “jornais de São Paulo” nos debates. Nós, jornalistas de São Paulo, jamais nos referimos aos “jornais do Rio”.

Não é exatamente confortável ser um paulista naquele plenário, logo entendi. Eu me sentava num canto próximo da porta, por razões de conforto. “Este é o canto dos paulistas”, ouvi, em tom de brincadeira, uma vez, de Luiz Erlanger, uma espécie de RP do alto escalão das Organizações. Havia uma alta rotatividade naquele canto. O ambiente é carioca, para o bem e para o mal. E o ressentimento pelo tamanho que São Paulo tomou no Brasil acaba repercutindo, de uma forma ou de outra, em paulistas que participem do Conedit. Acresce que a sede da Editora Globo é em São Paulo, e não no Rio.

Ali Kamel não facilita a vida de ninguém, logo vi. Não é hospitaleiro.

Lembro o dia em que Kamel foi apresentado a Adriano Silva, na sede da Globo no Rio de Janeiro. Adriano estava sendo contratado com a missão de chacoalhar o Fantástico, que vivia uma fase soporífera, bem refletida no Ibope. Adriano fizera isso na Superinteressante, sob minha supervisão. Daí o interesse da Globo. Quem negociou com Adriano foi Carlos Schroder, diretor de telejornalismo da Globo.

Eu estava com ambos no prédio do Jardim Botânico quando Ali se aproximou. Não deu um sorriso para Adriano, talvez porque não tivesse tido participação no convite. Seco, quase ríspido, colocou a Superinteressante na conversa — afirmou que a enteada a lia — para comentar supostos erros da revista. Ficou claro naquele momento que a vida de Adriano perto de Kamel não seria fácil. Não foi.

Alguns meses depois, Schroder me mandou um email para me dizer que Adriano não dera certo na tevê. Sem surpresa. Naquele ambiente, num programa em crise e ao alcance de Kamel, e sem o apoio de Schroder para equilibrar as coisas, Adriano tinha mesmo que se dar mal. Como o Fantástico continuaria a padecer dos problemas que levaram a Globo a contratar Adriano Silva — desinspiração editorial, falta de inovação e Ibope baixo para um programa que se confundiu com a noite de domingo dos brasileiros por muitos anos — ficou claro que o problema não estava em quem chegou mas nos que já estavam lá e permaneceram, sob a liderança de Schroder e Kamel.

O caso do Fantástico me faria lembrar um comentário que certa vez ouvi, segundo o qual a força criativa da Globo repousava em Boni, “um paranóico vigilante da alta qualidade”. Achei que a definição fazia sentido ao ler que, numa corrida em que Galvão Bueno gritou triunfal “eu já sabia, eu já sabia!” quando Senna entregou a vitória ao segundo piloto de sua equipe, Boni teve uma reação irada. “Se sabia, por que não contou para o espectador?”.

No Conedit, numa mesa em forma de U, João Roberto se senta no centro, na reunião. À sua esquerda, numa das laterais, fica Merval. Na esquerda,na outra lateral, Kamel. Há uma tensão muda entre os dois, uma espécie de duelo pela preferência do chefe. São os que mais falam lá.

Não daria o prêmio de simpatia a Kamel. E nem o de originalidade. Logo percebi que ele expressava com ênfase, com a fé cega de um jihadista, amplificando-as, as conhecidas idéias das Organizações Globo, inspiradas no passado recente em Margaret Thatcher e Ronald Reagan. Numa metáfora religiosa, é como se o paraíso fosse o livre mercado e o inferno fosse o Estado. (E Lula o diabo.)

Não havia desafio a essas idéias, não havia uma tentativa de reolhá-las e reavaliá-las, como aliás fizeram no Reino Unido os discípulos de Thatcher. Bolsa Família? Assistencialismo. Ponto. Cotas em universidades? Absurdo. Ponto. Um dia comentei isso com Luiz Eduardo Vasconcellos, sobrinho de Roberto Marinho e acionista das Organizações. Luiz teve cargos executivos durante muitos anos, mas agora se recolheu às funções de acionista minoritário. É simpático, interessado nas coisas do mundo – e tem a admirável marca da simplicidade no traje e no trato que é comum a ele e aos primos. Você não diz que ele é um dos donos da Globo se se sentar numa reunião do Conedit sem conhecê-lo.

“Sinto falta de pensamentos alternativos na reunião”, comentei com ele. “A sensação que tenho é que as pessoas, principalmente o Kamel e o Merval, falam apenas as coisas que imaginam que o João vai gostar de ouvir.”

Essa clima de pensamento único se abrandava apenas nas ocasiões em que visitas de fora iam ao Conedit falar de algum assunto específico.

Não havia ventilação nas idéias. O quanto isso devia estar me incomodando estava claro em meu ataque de sinceridade no almoço. Era evidente o risco de que meu comentário fosse espalhado, ainda que Luiz Eduardo sempre tenha me parecido discreto e reservado.

Nas eleições de 2006, meu diagnóstico do Conedit pareceu se confirmar para mim. João Roberto tinha um tom sereno ao debater a campanha. As posições das Organizações não eram as do governo de Lula, mas democracia é isso mesmo. Vi João criticar várias vezes ações de militantes petistas, mas jamais o vi sair do tom. Não sei se, privadamente, ele tinha outra conduta. Publicamente, no Conedit, era lhano no trato das questões políticas.

Curiosamente, dada sua posição de dono, o ambiente muitas vezes não refletia a serenidade de João Roberto. Kamel e Merval davam um tom épico, em branco e preto, a muitas discussões políticas. Pareciam odiar Lula e qualquer coisa que partisse do governo petista.

Se o julgamento deles fosse acertado, Lula teria errado em todas as decisões que tomou em seus oito anos de administração.

O quanto essa inflamação toda era genuína ou não, é uma dúvida que carrego até hoje. Será que esses caras pensam mesmo isso, ou no bar, com os amigos, dão uma relaxada? Não sei. Minha intuição é que, como o poeta segundo Fernando Pessoa, o fingimento é tanto que uma hora você acredita no que fingia antes acreditar. A alternativa é um sentimento cruel de que você é uma pena de aluguel.

Há uma lenda urbana segundo a qual Kamel seria o guardião da ideologia das Organizações Globo. É exatamente isso, uma lenda. Kamel não é nenhum Hayek, ou Friedman. Não é formulador de pensamentos, não é um filósofo, não é nada daquilo que confere a alguém o poder de persuadir outras pessoas pelo vigor não dos gritos mas das idéias.

Num determinado momento da campanha de 2006, veio à cena a expressão “aloprados”, para designar os petistas fanatizados que pareciam dispostos a tudo para permanecer no poder. Nos bastidores, Lula disse que seguraria os “seus aloprados”, tais e tantos que eu só voltaria a pensar no PT como um partido para mim numa próxima encarnação, mas que queria que os “aloprados do outro lado” também fossem segurados.

Passados quatro anos, nas eleições de 2010, fui tomado de dúvidas sobre se os aloprados petistas tinham sido segurados. Me pareceu que houve pelo menos um esforço para isso. Mas a cobertura da TV Globo me provaria – ainda que eu tivesse visto apenas fragmentos dela, em geral no YouTube — que os aloprados do lado de lá estavam com as mãos inteiramente livres. A pergunta clássica em relação a Lula é: “Ele sabia disso?” A que me faço em relação a João Roberto é: “Ele aprova isso?”

O que o telespectador vê no Jornal Nacional parece – por tudo que eu vi nos tempos de Conedit – refletir muito mais o jihadismo de Kamel do que a serenidade de João Roberto. Raras vezes vi um caso que confirmasse a tese de que, entre os fâmulos, o realismo é maior que no rei. Caso João efetivamente ache boa a cobertura política do telejornalismo da Globo, o problema de perenidade das Organizações provavelmente é maior do que parece agora. Caso tenha dúvidas, elas não transparecem, não, pelo menos, em períodos agudos como os de eleições presidenciais.

Uma vez, a BBC foi debatida numa reunião na Globo à qual estava presente até Roberto Irineu Marinho, o RIM, primogênito de Roberto Marinho e presidente do grupo. Eu estava presente. Lembro particularmente de uma cena: Roberto Irineu num determinado momento cochilava (cansei de fazer o mesmo em minha carreira em reuniões que julgava maçantes, confesso) sem que seu principal assessor, Jorge Nóbrega, soubesse o que fazer. Acordar o chefe ou deixá-lo repousar? Acho que eu próprio cochilei (era bem cedo, e eu viera de São Paulo) antes de ver a decisão. Bem, é tal o vigor da BBC que os britânicos pagam sem se queixar a license fee, uma taxa anual de cerca de 500 reais, para poder ligar um aparelho de televisão. É um dinheiro que financia a BBC. Toda emissora do mundo sonha com uma license fee.

Para aspirar aos benefícios de uma license fee no Brasil que não gerasse revolta na sociedade, qualquer emissora brasileira teria que ser vista não apenas como produtora de conteúdo de alto nível mas também como senhora de isenção jornalística. Se você pega trechos da cobertura da campanha eleitoral britânica da BBC de 2010 e os compara com trechos da cobertura da campanha presidencial brasileira de 2010 da Globo, notará uma diferença extraordinária. Não basta uma emissora ser isenta. Ela tem que parecer isenta para ser acreditada. A BBC parece. Por isso, os britânicos são tão orgulhosos dela a ponto de pagar por ela. Vi em vários debates de leitores na internet que os britânicos enxergam na BBC uma resistência inexpugável ao conteúdo viciado de barões como Rupert Murdoch.

Imagino como a BBC cobriria o já histórico episódio do atentado com bolinha de papel e quem sabe um rolo de durex ao candidato José Serra. Nem uma mísera gota de sangue, nem um mísero aranhão, nem um mísero golpe, nem um mísero sinal numa absurda tomografia.

Ignoraria o falso atentado? Presumo que nem tanto. Haveria, pelo que conheço da BBC, um esforço intenso para avaliar o real tamanho do fato e assim ajudar seu espectador. Só não consigo ver a BBC, como aconteceu com a Globo, gastar tanto tempo para tentar convencer o público de que Serra foi vítima de uma agressão e não autor de uma simulação que recebeu prontamente do público uma resposta divertida: um jogo na internet em que você tenta acertar um papel na cara de Serra.

*Paulo Nogueira é jornalista e está vivendo em Londres. Foi editor assistente da Veja, editor da Veja São Paulo, diretor de redação da Exame, diretor superintendente de uma unidade de negócios da Editora Abril e diretor editorial da Editora Globo.

Aqui se faz, aqui se paga

Leandro Fortes: turma do Serra desvia R$ 400 milhões em SP | Conversa Afiada

Deputado tucano defende entrega da Petrobras a grupos estrangeiros

Entrevista com o deputado Luiz Paulo Vellozo Lucas: “A Petrobrás não tem como explorar sozinha o pré-sal” | Augusto Nunes - VEJA.com

segunda-feira, outubro 25, 2010

Nunca será demais publicar o Hulk, craque brasileiro que brilha no futebol português. Salve ele...

Aos autores da penca de e-mails me desancando por "defender" a Dilma:

Não voto na Dilma, voto no Lula!
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Prazamygas dazelites: cada um que cuide de si, que é tempo de murici!

Zé de Abreu no Twitter

Serra só por cinquentinha

Trecho de texto de Laura Capriglione na "Folha" de hoje.

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"Entre tantos militantes "ideológicos", ainda se vê, no meio das hostes serristas, o velho cabo eleitoral remunerado, aquele sujeito que, em troca de R$ 50, agita durante seis horas consecutivas as bandeiras do PSDB. Como Natália Antunes, 25, moradora de um conjunto residencial popular.

No sábado, Natália e um grupo de 60 outras jovens, faziam figuração em uma rápida visita de Serra à periferia de Campinas (SP).

Serra desceu da van, andou menos de 100 metros, cercado por um enxame de repórteres e fotógrafos, parou no estacionamento de uma lanchonete, deu uma entrevista coletiva em que detonou o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), peça-chave do programa do PT, entrou na van e sumiu.

"Foi rapidinho", comemorou Jenifer Souza, 21, que receberá como se tivesse trabalhado seis horas. Natália vota em Serra, convicta. Suas amigas, não. São dilmistas que estão ali só por causa do dinheiro. Todas estão desempregadas. "Bandeirar é nossa atual profissão", diz, aproveitando para pedir "uma vaguinha na Folha depois que a campanha acabar"."

O presidente Lula já conseguiu um emprego para quando deixar o Planalto:

será colunista da revista "Carta Capital", do mestre Mino Carta.

Agora vai: Glória Perez apoia José Serra.

Pretensão é isso: alguém escreveu "Manaus aos pés da Preta Gil" no Twitter.

Ela retuitou.

domingo, outubro 24, 2010

Agora vai: Vera Gimenes, que detesta porteiros negros, declarou apoio ao Serra.

Voz da gata setentona ecoa (e como) no Morro dos Cabritos.

CONTEÚDO LIVRE: JANIO DE FREITAS - A semana de suspense

CONTEÚDO LIVRE: JANIO DE FREITAS - A semana de suspense: "São os dias mais delicados para a democracia, devido aos danos causados por perturbações eleitoreiras AÍ ESTÁ A SEMANA mais delicada da ca..."

Gianechine merece prisão perpétua pelo figurino com o qual está se apresentando no Faustão neste momento.

Caetano, melífluo e incoerente sempre que explicita a falta daquilo roxo que o Collor preconizou, anuncia voto nulo, mas diz que torcendo por Dilma.

Nem parece filho de quem é.

Deve ser terrível viver em uma cidade onde duas bichas pão-com-ovo disputam o titulo de padrinho da parada gay da Rocinha...

sábado, outubro 16, 2010

Blitz na gráfica contratada pela Igreja Católica para imprimir panfletos contra Dilma



O e-mail da pessoa que encomendou os panfletos é:

kelmon.luis@theotokianos.org.br

Tem um site:

www.theotokianos.org.br

Depois do aborto, despacharam a Mônica Serra para o Chile. Ela teria ido aprender com os mineiros como é que se sai do buraco.

Monica Serra já fez aborto, diz ex-aluna

Deu na Folha de S. Paulo:

Reportagem tentou ouvir mulher de candidato tucano por dois dias, sem sucesso

Mônica Bergamo

O discurso do candidato à Presidência José Serra (PSDB) de que é contra o aborto por "valores cristãos", que impedem a interrupção da gravidez em quaisquer circunstâncias, é questionado por ex-alunas de sua mulher, Monica Serra.

Num evento no Rio, há um mês, a psicóloga teria dito a um evangélico, segundo a Agência Estado, que a candidata Dilma Rousseff (PT), que já defendeu a descriminalização do aborto, é a favor de "matar criancinhas".

Segundo relato feito à Folha por ex-alunas de Monica no curso de dança da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), a então professora lhes contou em uma aula, em 1992, que fez um aborto quando estava no exílio com o marido.

Depois do golpe militar no Brasil, Serra se mudou para o Chile, onde conheceu a mulher. Em 1973, com o golpe que levou Augusto Pinochet ao poder, o casal se mudou para os Estados Unidos.

A Folha tentou falar com Monica Serra durante dois dias para comentar o relato das ex-alunas, sem sucesso.

Um dia depois do debate da TV Bandeirantes, no domingo, 10, a bailarina Sheila Canevacci Ribeiro, 37, postou uma mensagem em seu Facebook para "deixar a minha indignação pelo posicionamento escorregadio de José Serra" em relação ao tema.

Ela escreveu que Serra não respeitava "tantas mulheres, começando pela sua própria mulher. Sim, Monica Serra já fez um aborto". A mensagem foi replicada em outras páginas do site e em blogs.

"Com todo respeito que devo a essa minha professora, gostaria de revelar publicamente que muitas de nossas aulas foram regadas a discussões sobre o seu aborto traumático", escreveu Sheila no Facebook. "Devemos prender Monica Serra caso seu marido fosse [sic] eleito presidente?"

À Folha a bailarina diz que "confirma cem por cento" tudo o que escreveu. Sheila afirma que não é filiada a partido político. Diz ter votado em Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) no primeiro turno. No segundo, estará no Líbano, onde participará de performance de arte.

Se estivesse no Brasil, optaria por Dilma Rousseff (PT). Sheila é filha da socióloga Majô Ribeiro, que foi aluna de mestrado na USP de Eva Blay, suplente de Fernando Henrique Cardoso no Senado em 1993. Majô foi pesquisadora do Núcleo de Estudos da Mulher e Relações Sociais de Gênero da USP, fundado pela primeira-dama Ruth Cardoso (1930-2008).

Militante feminista, Majô foi candidata derrotada a vereadora e a vice-prefeita em Osasco pelo PSDB.
A socióloga disse à Folha estar "preocupada" com a filha, mas afirma que a criou para "ser uma mulher livre" e que ela "agiu como cidadã".

Sheila é casada com o antropólogo italiano Massimo Canevacci, que foi professor de antropologia cultural na Universidade La Sapienza, em Roma, e hoje dirige pesquisas no Brasil.

A Folha localizou uma colega de classe de Sheila pelo Facebook. Professora de dança em Brasília, ela concordou em falar sob a condição de anonimato.

Contou que, nas aulas, as alunas se sentavam em círculos, criando uma situação de intimidade. Enquanto fazia gestos de dança, Monica explicava como marcas e traumas da vida alteram movimentos do corpo e se refletem na vida cotidiana.

Segundo a ex-estudante, as pessoas compartilhavam suas histórias, algo comum em uma aula de psicologia.

Nesse contexto, afirmou, Monica compartilhou sua história com o grupo de alunas. Disse ter feito o aborto por causa da ditadura.

Ainda de acordo com a ex-aluna, Monica disse que o futuro dela e do marido, José Serra, era muito incerto.

Quando engravidou, teria relatado Monica à então aluna, o casal se viu numa situação muito vulnerável.

"Ela não confessou. Ela contou", diz Sheila Canevacci. "Não sou uma pessoa denunciando coisas. Mas [ela é] uma pessoa pública, que fala em público que é contra o aborto, é errado. Ela tem uma responsabilidade ética."

sexta-feira, outubro 15, 2010

Banho de água fria no casamento de Roberto Moraes e Juliana Glasman, na Quinta do Lago, outro dia: esperado para o posto de padrinho,...

o vice-presidente da República José Alencar fez forfait.
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Conclusão: de quatrocentão, mesmo, nãnãnã. Porque você não vá me dizer que uma mulher que humilha o próprio motorista, como a Angela Fragoso Pires, é primeiro time, né...
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Agora, aquelas mulheres compridas de Brasília vieram aos montes.
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E tinha uma "VIP" carioca, toda de dourado Gui-Gui, parecidíssima com a taça Jules Rimet.

quarta-feira, outubro 13, 2010

Chi, Chi, Chi, le, le, le!

O papelão da Igreja Católica nessas eleições se explica pela prática de alguns Dom(doncas) nas coxias com seus "coroinhas".

Acabei de ouvir esta frase no elevador.

Não é piada: Rita Lee está escrevendo um livro de etiqueta.

Se escrever sobre "como usar o lencinho umidecido", depois das incursões necessárias ao vaso sanitário para o nº 2, como ensinou certa vez, muito fina, no "Saia Justa", para mosca no nariz da Maitê, estará prestando um grande serviço à humanidade.

Poucas vezes senti emoção igual a esta, com o resgate dos mineiros no Chile.

Não consegui dormir. Olhos pregados na GloboNews.

Só voto no Serra se o presidente do Chile mandar.

terça-feira, outubro 12, 2010

Estratégia de marketing

A indústria espera que a cantora Elza Soares não decline os nomes dos "cremes caríssimos" que teriam sido surrupiados de sua mala em um voo Rio-Buenos Aires, conforme notícia publicada n'O Globo de hoje.
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Melhor que ex-Sra. Garrincha guarde seus segredos de beleza a sete chaves.

Serra "lutou pela privatização da Vale", diz FH em vídeo. Veja

Fui à Casa Cor. Como sempre, a arquiteta Joy Garrido é a grande campeã

À parte, logicamente, o majestoso palacete da família Modesto Leal, sede do evento, o ambiente que chama a atenção na mostra de decoração é a sala da família (foto), criação da chiquérrima arquiteta Joy Garrido. Cortinas de linho, almofadas bordadas, sofás, poltronas e peças de antiquários. A TV foi acoplada num cavalete, feito uma obra de arte, Só a Joy para ter essa sacação.

Serra e Paulo Preto na mesma foto

Serra disse que não conhece Paulo Preto (ao seu lado, jornal na mão).

Não adoro ídolos feitos de gesso e brocados. Que não enxergam e não ouvem. Meu ídolo, único e soberano, é o Senhor Jesus Cristo!

Ciro detona Serra e FHC

segunda-feira, outubro 11, 2010

Agora vai

Serra e Heleninha Landau batendo o martelo leiloando nossas estatais, no Governo FHC

Venderam a Vale, a Light, a Telebras, Embratel...

Pergunto ao pastor Silas Malafaia, se é ético agenciar veiculação de programas evangélicos nas TVs e cobrar comissão (dinheiro da oferta dos fiéis).

Como ele fazia no tempo em que eu dirigia a Folha Universal.
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Fica vomitando regras de comportamento, mas não limpa o canto da boca.
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Também creio em Jesus Cristo!

A Globo humilha os participantes desse tal Hipertensão, e ninguém grita contra. Comer barata? Comer minhoca? Estourar olho de boi com os dentes?

E na Vigilância Sanitária, não vai nada?

domingo, outubro 10, 2010

Com vocês, Xuxa em "Amor, estranho amor"


Acabei de baixar o filme! A rainha dos baixinhos faz o papel de uma garota de programa que, vestida de urso de pelúcia, é oferecida "de presente" a um milionário. Mas também seduz o garoto de 11 anos morador da casa. A pedófila era a personagem, gente!
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Mãe do menino, Vera Fischer pega no flagra a trepada da loura com o garoto, e enche a Xuxa de bordoada: "Com meu filho, não, sua sem-vergonha. Eu te mato, desgraçada", grita Jocasta, enquanto sapeca tapa na cara [feito aquela música baiana], tapa na cara, tapa na cara. E tome-lhe porrada na gulosa!
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Detalhe sórdido: há uma cena em que a própria Vera Fischer aparece trepando com o menino - o próprio filho!

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Renato Vianna. Nada mais a dizer

sábado, outubro 09, 2010

Fui ver Tropa de Elite 2. Saí impactado do cinema

Impossível não deixar a sala completamente dopado pela narrativa corajosa e oportuna do filme, a crítica política contundente, o dedo na ferida corrosiva que habita - na ótica dos roteiristas - os altos escalões da política fluminense.
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Chega a ser risível, um deboche, o fato de que tenham permitido o uso da engrenagem do Estado na formatação da fita, que lança pólvora e nitroglicerina pura até no gabinete do governador. Agora está feito. Não tem volta.
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A gente sai do cinema com a certeza de que, quem quer tenha autorizado a utilização do aparelho governamental como cenário da "ficção" - Alerj, Palácio Guanabara, Secretaria de Segurança e companhia bela -, deva ter acreditado no tal do "desvio do foco" ("Viu só como não tenho nada a ver com isso? Até emprestei meu gabinete para as filmagens, até liberei verba para patrocínio da obra"...)
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Tiro pela culatra! Falta de assessoria. Marketing de emboscada em seu próprio chiqueiro.
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Tropa de Elite 2 mancha legal o que já estava pra lá de maculado. Maculado feito um batik.
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E sobrou até para o "Wagner Montes" e para o "Natalino", muito bem "casados" e achincalhados. Quem diria...
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Ah! Importante esclarecer que no início do filme tem aquela história da carochinha: pode não parecer, mas "este filme é ficção".
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Tá boa?
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PS. E vamos combinar que quero dar um beijo na boca do Wagner Moura em pleno Pelourinho!

Fernandona preocupada

Grande dama da dramaturgia brasileira, Fernanda Montenegro está preocupada com o volume de "cartas" e e-mails que têm circulado na internet com "sua" opinião acerca de assuntos os mais variados, sobretudo política.
Nada foi escrito ou declarado por ela - e Fernandona não sabe como é que as coisas vão tomando um volume tão assustador...

Tem coisa mais caipira do que cronista que fala de si em crônica de jornal? Acabei de ver uma agora que começa assim: "quando eu era pequena..."...

Pô, e eu lá sou creche!?!

É aquela velha história: como diria a Patrícia Kogut, a novela "Agaguaia" está um espetáculo!

Novo adesivo de automóvel em Ipanema: "Não fui baixinho da Xuxa".

quarta-feira, outubro 06, 2010

Michelle Obama foi eleita "a mulher mais importante do mundo" pela Forbes.

Dilma e Gisele também aparecem na lista.

A Fazenda: E a catiguria do formador de opinião Tico Santa Cruzes?

Noves fora o físico.

Estou atoleimado com o tamanho e o formato da barriga do Sergio Malandro.

Aliás, um "sobrenome" que cabe como uma luva.

Esta é ótima: depois de exibir a peruquinha no Ancelmo Góis, Eike Batista ganhou um apelido.

Tem sido chamado de Tiririca.
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E vamos combinar que homem de peruca é pior do que homem de cabelos pintados.

Como sempre, Sônia Madruga reúne o que há de mais interessante, no Rio, em torno de sua arte.

Amanhã é o niver da antenada colunista Lu Lacerda. Festa no IG

Reinação do capeta: festa de aniversário do filho da Ivete Sangalo (já?), li numa revista, foi na base de bruxas e vampiros.

"O povo sofre por falta de sabedoria" - está escrito.
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Aliás, a baiana já registrou um B.O. contra o designer que projetou sua boneca (Sangalo tem uma boneca com sua cara no mercado)? Um colega viu o brinquedo, em uma loja, e saiu horrorizado. "Parece um monstrinho", me disse. "Meio metro de cabeça", arrematou.

Narciza volta a ser notícia pro Bruno Astuto!

Depois de anos afastados, por conta de briga postemporada dela como colunista de "O Dia", a quem ele sucedeu (ela afirmava que ele havia "roubado" seu lugar, ele provou que não, está aí, e inteligentíssimo, fazendo um belo trabalho - a melhor coluna social do País), Narciza Tamborindeguy e Bruno Astuto, os melhores amigos de infância do eixo Ibiza-Santa Tereza-Edifício Chopin, o que parece, voltaram às boas, como se percebe pela coluna dele publicada hoje no jornal da Sua Alteza Sereneníssima, Dona Maria Alexandra Mascarenhas.
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Antes assim. Amigo de verdade tem de ser guardado no lado esquerdo do peito, mesmo, como escreveu o Bituca Milton Nascimento (para o Kayky Brito?).

Fenômeno raspa a cabeça, de novo, e põe no Twitter

"De volta ao antigo visual", escreveu.
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Muito melhor assim.

terça-feira, outubro 05, 2010

O Hospital Albert Einstein, em SP, inaugurou o Auditório Moise Safra.

E, claro, lá estava a linda e elegantérrima Chella Safra, ao lado do marido festejado, em uma das noites mais concorridas da paulicéia quatrocentona. Foi ontem.
“Estou contente, orgulhoso e acho que não mereço esta homenagem”, disse ele.

Foto: Eduardo Cesar/Fotoarena

As panteras

Manuella Almeida, Julia Girão, Livia Lopes, Patricia Faria, Ana Gabriela Lage e Tatiana Rudge, neta do Jair, o rei do café, aparecem aqui na foto, ladeando o modelo niteroiense David Chaloub. Trata-se de convite para festa de aniversário da griffe Agilitá. Foto: Vicente de Paulo.

Os melhores cantores brasileiros nos dias que correm: Renato Viana e Brenda dos Santos



Ele tem uma rouquidão que alucina. Apaixonei.

Humilhação: Ronaldo Ésper Quem, que ama uma cerâmica de cemitério, teve 3.354 votos em SP.

Clodovil, que o Ésper imitaténutraque, teve 493.580 votos, quando se candidatou a Dep. Federal.

segunda-feira, outubro 04, 2010

Novo adesivo de automóvel em SP: "Tenho pavor do CQC".

Ironia do destino ou calaçaria dos mortais: está para acontecer um baile de vampiros na TV Macedo, emissora comprada com $ de evangélicos.

Ops, TV Record.

Paris, urgente! Os 90 anos da Vogue

Margarita Missoni, Eugenia Niarchos e Tatiana Santo Domingo no baile de máscaras que comemorou os 90 anos da edição francesa da "Vogue"...
A belíssima Natalia Vodianova no mesmo rebu
Karolina Kurkova também foi
Alessandra Ambrosio estava de vermelho
A hostess Carine Rotifeld, diretora da revista, com Jean Paul Gaultier
Bianca Jagger estava impactante
Quando Gisele chegou, os ponteiros congelaram
O estilista Jean Charles de Castelbajac
A linda Diane Von Furstenberg