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segunda-feira, fevereiro 27, 2012

A estrela do Bruno Astuto não para de subir

Quem abrir a revista "Época" desta semana poderá ler um editorial importantíssimo para o Rio, assinado pelo diretor de redação da publicação, Helio Gurovitz. Conhecido pouco afeito a afagos, como convém aos dinossauros da nossa press, Gurovitz rasga elogios intermináveis ao Bruno Astuto, o carioca do Grajaú que chegou lá, conquistando o mundo a partir de Paris.
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Bruno é personagem recorrente deste blog, todo mundo sabe por quê. E merecedor do buquê de louros entregue em público pelo chefe. Sua inteligência está acima da média dos coleguinhas: fala seis idiomas num cenário onde "jornalistas" ainda se aventuram a vomitar "nada haver" ou "previlégio" nos tuítes da hora. Amigo das cabeças coroadas do eixo RJ-SP-Avenue Montaigne, é estudioso e aplicado, e sabe tudo sobre Monarquia (fosse dessa época e conhecida dele, a Maria Antonieta certamente teria trocado os brioches pelas azeitonas do Fasano).
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E ele adora o árduo trabalho de garimpeiro de notícias, enquanto prefiro a praticidade e a "calmaria preguiçosa" das redações. Lembro que, quando assinou a coluna diária de "O Dia", volta e meia, me via, ao telefone, tarde da noite, sugerindo que ele sossegasse o facho em casa, para se cuidar - pois a perder tantas noites de sono -, quando o Astuto, sem pestanejar, me respondia: "tenho de ir para a rua para saber das últimas". E o resultado do trabalho dele no diário do Ary de Carvalho, hoje da Alexandra Mascarenhas, "Xandinha" para Bruno, todo universo viu: era suitado pelos jornais, sites e revistas que contam no País (alguns até internacionais).
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Não demorou muito para que a Globo atentasse para o talento do menino, e hoje ele está onde chegou. Não se precisa entender muito de cozinha de redação para saber que a "Época" deu um salto de qualidade com a chegada do Bruno. Está mais racé. Digamos que a Paris Match, muito em breve, sairá perdendo...
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Aspas para Helio Gurovitz, na página ilustrada com foto do Bruno: "Em ÉPOCA, nenhum nome está tão associado a sofisticação e elegância quanto o colunista Bruno Astuto. Na reportagem O segredo da mães francesas, Bruno discute o fascínio que as mães e mulheres francesas têm exercido nos últimos tempos em todo o mundo. Ele percorre vários livros publicados sobre o assunto com a intimidade de quem mora parte do tempo em Paris e, ao mesmo tempo, com desapego e distanciamento jornalístico.
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"Nesta edição, as contribuições de Bruno foram múltiplas. Em sua coluna, ele revela um lado do Carnaval a que poucos têm acesso. Seu trânsito pelos concorridos e exclusivos camarotes onde se reúnem as celebridades internacionais e nacionais se traduz numa cobertura única, com um olhar capaz de despertar pelo assunto o interesse mesmo daqueles que não costumam ligar para Carnaval.
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"Não foi, é verdade, um Carnaval dos mais tranquilos para Bruno. Na última quinta-feira, ele soube em primeira mão da morte de um dos mais importantes nomes da moda brasileira: a fundadora da Daslu, Eliana Tranchesi. Imediatamente, publicou a notícia em sua coluna em nosso site e preparou, emocionado, o obituário, um tributo à elegância e à sofisticação que tanto nos fascinam".
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É ou não um cartaz e tanto pro Astuto? Viva ele!



Com Bruno e a querida dona Alice Tamborindeguy, a mãe da Narcisa, na pérgula do Copa. Lá se foram os anos 90... O menino já brilhava e chamava atenção...

Lá vem o pato, pato aqui, pato acolá!

Ana Maria Braga disse hoje na TV que o som da casa dela é "em 3D".

Não entendi.

Meus tuítes da noite do Oscar. Leia de baixo para cima. E divirta-se