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quinta-feira, abril 30, 2015

Pedro Vedova, nova estrela do jornalismo na TV Globo


Ele é chique, bonito e inteligente, mas também é um craque na narrativa de suas notícias. Diz tudo em tom "de crônica", já li e concordei. Veste-se muitíssimo bem. Quando na GloboNews, levou uma saraivada na testa, na cobertura de um desses protestos populares, em 2013, ganhando um "galo" daqueles. Precisou de uma pitangada (intervenção dos pitanguys) que lhe devolvesse o charme. Virou notícia, marcou território.
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Agora brilha em Paris, na equipe dos correspondentes do "Jornal Nacional", posto tido em alta conta no jornalismo das paragens tupiniquins.
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E repare bem: não é aquele tipo de "jornalismo" rastaquera, que desvenda a vida dos pseudo famosos, lambe o chão das julianas paeses, e encerra as pretas 'giz' num pano de guardar confetes. É papo sério - Chalie Hebdoo everest acima.
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Tem tudo para ganhar o lugar do tio Bonner, que, aliás, anda chato pra meireles.



terça-feira, abril 21, 2015

Tou bobo com a falsidade dessa gente

Acabei de ler o depoimento do colunista calango sobre o colunista amazonense Alex Deneriaz, que morreu prematuramente aos 52 anos.
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Meu Deus! Pra que isso? Por que inventar uma "amizade" profunda que nunca existiu? Pra sair no jornal no Amazonas?
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Gente, quanta cara de pau!
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(Lembrei da minha amiga Lucianita Fiala de Siqueira Carvalho, primeiríssimo time carioca, que, ao se despedir de mim, antes de ir ao hospital para uma cirurgia cardíaca, de onde não voltou, pediu, pressentindo coisa ruim: "Marcio, não deixe que esse povo falso integre os anúncios do meu obituário"...)

segunda-feira, abril 13, 2015

Os looks mais pavorosos do baile da Amfar, em São Paulo

A Amfar, Fundação para Pesquisa da Aids, com escritórios em Nova York, Washington e Tailândia, faz todos os anos um baile reunindo gente famosa para angariar recursos pro andamento dos trabalhos. Este ano, a festa foi em São Paulo, e a turma da Amfar ficou assustada  com o volume de pedidos de ingressos de cortesia. Como a noite sempre é beneficente, muito pouca gente conseguiu ir sem pagar.
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Entre os presentes, categoria em diversos naipes: alguns com muita, outros com pouquíssima, e mais alguns com nenhuma. Teve gente querendo levar talher de brinde - só pra você ter idéia do esquemão.
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Separei o que avaliei como os modelitos mais pavorosos do rebu.
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Kylie Minogue errou de fim de semana: achou que ainda era Páscoa 
(E o scarpin branco? O que você me diz?)

Juliana Paes pegou emprestada a roupa da pombagira 
que baixa no terreiro da sua avó, que é do catimbó 

Eterna miss simpatia
de funeral, Carolina
Dique-man foi vestida
de absorvente reciclado

Tainá Müller é linda, mas errou feio da cintura pra cima 

A japa vive se deparando com elogios mil, de que é "fashion",
"cool" etc, tudo da lavra das colunas calangas, e acredita.
Que roupinha mais desanimada, esta, para um baile de gala 

Naomi, coitada, até que se veste bem: sobre as passarelas.
Na vida pessoal, saiu do jeans, não sabe escolher roupa.
O que você quer que eu diga sobre esse vestido? 

 Léa T, mais conhecida como Lea Cavalão, podia
ter pedido à costureira para tirar 10 metros
de tecido desse vestido

Rômulo Arantes e Rodrigo Simas mereceram o troféu 
"palhaços da festa" com esse revisitar 
de um smoking. Paulistas fizeram muxoxo.

O colunista calango, com seu falso sorriso de permuta, 
mais uma vez, foi com o sapato errado

Saiba quem são os correntistas brasileiros do SwissLeaks, escândalo das contas numeradas do HSBC da Suíça


sexta-feira, abril 10, 2015

Pois é...


Lourdes Lemos de Moraes, a bailarina da alta sociedade, partiu para o andar de cima


Difícil encontrar, na alta sociedade carioca, mulher tão alto astral, tão de bem com a vida, como a Lourdes Lemos de Moraes. Era única. Como também a Lily de Carvalho fora um dia. Espirituosa, sorridente, leve. E isso, num grupo onde a maioria olha para o interlocutor sempre uns decibéis acima, faz uma estrondosa diferença.
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Com Lourdes não tinha festa-muxoxo, mesmo que no elenco dos convidados estivesse aquela sovina do baixo astral e das sobrancelhas replicadas, que mora na Atlântica e quase não se aguenta em pé. Lourdes aplacava o mau humor. Era generosa. Rica, dava imóveis para amigas, como se fossem pirulitos de Cosme e Damião. Chegava e abalava, com seus olhos azuis vibrantes. Se tinha música, partia para a pista em uma verdadeira aula de aeróbica, e nunca parava.
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Quando lancei o Calendário dos Bombeiros cariocas (à época também assinava a coluna social diária da "Tribuna da Imprensa"), fiz um evento no Paque Lage, e telefonei: "dona Lourdes, preciso da sua ilustre figura em minha festa. Quero ibope alto para meu projeto. A Sra. pode me dar o prestígio da sua presença?" Ela foi a primeira a chegar (foto acima). E saiu nos jornais ao lado dos soldados do fogo: "A locomotiva e os bombeiros".
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Viveu muito, desviando dos puxa-sacos e sanguessugas. Segurou com dignidade a doença do marido, que sofreu em casa, de cama, por muitos anos. Era dona da Supergasbras e, durante uma época, assumiu os negócios, vendendo a empresa para um grupo estrangeiro.
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Tanta tralha nesse "society" carioca, e Deus leva logo essa belezura. Poxa.