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terça-feira, outubro 25, 2016

Para trabalhar na "Vogue" Brasil


Cininha me telefonou para contar que houve, na semana de moda carioca, uma palestra intitulada "O que fazer para trabalhar na Vogue". Isso mesmo. Não é invenção. O povo da maior jabazeira das publicações nacionais se acha a última Coca Cola do deserto, a fim de sentir-se citável em um case de marketing.
Pois eu tenho algumas dicas infalíveis para você que deseja trabalhar na "Vogue" brasileira.
1 - Seja servil feito o Bruno Astuto. Saia a lamber as pegadas dos ricos e famosos, sorrindo falso, feito nota de R$3;
2 - Predisponha-se a ser o carregador de bolsas da Donatinha Meierelles, diretora da revista. Ela precisa mais disso do que de marido;
3 - Venda, venda de tudo, venda até Jequiti, e depois saia a inserir seus produtos nas páginas da revista, em forma de jabá, como o calanguinho faz com os vestidos da marida.
Logo, logo, a turma da revista vai sacar você.
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Cansei.

segunda-feira, outubro 17, 2016

Alguém pode me dizer que roupa horrível é esta da Sabrina Sato?


Ora (direis) ouvir estrelas: "é um Gaultier".
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E daí, cara-pálida? É medonha, e ponto final.
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(E vamos combinar que o Duda Nagle está com roupa de caixa do Bradesco, para uma festa do mundinho da moda)
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Foto: Bruno Ryfer/reprodução.

quinta-feira, outubro 13, 2016

Terceiro time


O baixo-clero da alta sociedade carioca anda caindo de amores pelo presidente golpista e sua primeira-dama-bisneta. Está encantado com o banquete que o casal deu para os deputados em ternos Villa Romana. Marcela, recatada, já seria o suprassumo da elegância, na opinião das fulustrecas, que devem estar querendo ir arrastar seus longos da Casa Turuna no Alvorada.
Consta que até a colunista-nareba já teria apreçado uma van para levar a turma rumo ao DF, mas achou "muito caro".
A vassoura sai mais barato, fofa.