domingo, setembro 12, 2010

Bom domingo! Mas tenho vontade de vomitar, toda vez que vejo campanha do Picciani ao Senado na TV. Cidinha Campos até perdeu meu voto por isso...

sábado, setembro 11, 2010

Fernando Torquatro não dorme no ponto: já fotografou o Caio Castro.

sexta-feira, setembro 10, 2010

Disse que Narcisa Tamborindeguy vai "lançar novo livro". Da janela do Chopin?

Calcanhoto, a nora do Vinícius

A cantora Adriana Calcanhoto e a cineasta Suzana de Moraes, filha do poetinha, casaram-se em cerimônia civil esta semana. Moravam juntas há um tempo, e agora puseram tudo no papel, porque, todo mundo sabe, no mundinho gay é assim: basta que um ou outro bata as botas para a família aparecer e raspar o cofre - e geralmente os gatunos são daquela parte da clã que não quer saber de "ter veado na família".

(qualquer dia, conto a história de um vagabundo, sobrinho de um grande mestre da alta costura carioca, que passou a mão na fortuna do tio, uns 4 milhões. Sei de toda a história)

Mas voltando ao casamento Calcanhoto-Moraes, houve festa na segunda-feira. Todo mundo foi. Até a Bethânia-não-toque-em-mim.


segunda-feira, setembro 06, 2010

"Times" diz que ainda não é a hora da Vevete

O jornal americano "The New York Times" publicou hoje texto sobre o show da Ivete Sangalo. O rigoroso crítico de música Jon Pareles, desinformado, diz que Ivete é "a maior cantora pop do Brasil".

Chama Ivete de "incansável". Diz que a baiana vai cortar um dobrado para "se juntar a artistas como Beyoncé, Madonna e Shakira como uma pop star reconhecida globalmente". O ritmo, diz Pareles, não se encaixa com o mundo fora do Brasil. Banho de água fria.

"Ela tentou uma estratégia de cruzamento internacional: colocar sintetizadores e uma batida 'club' como denominadores comuns em um pot-pourri de hits. Mas desistir completamente da propulsão musical brasileira neutralizaria a música dela. É o dilema da mistura, algo que a Sra. Sangalo ainda precisa definir", conta o cara, uma voz respeitada nos estúdios norte-americanos.

PS. Alguém pode me dizer o que é essa cabeça da Vevete, na foto?

Uma Imperatriz da elegância na Parada da Independência do blog:

Cristiana Neves da Rocha, filha da saudosa Lia, em foto de Janete Longo, tão chique quanto, da Agência Estado.

Está explicado: o nome da figurinista da Ivete Sangado é Patrícia Zuffa.

Ufa.

O que será que acontece com certos "jornalistas" brasileiros que, ao se deparar com mordomias do tipo passagens aéreas e hospedagens nos EUA,...

... logo se convertem em, vassalos, assessores de imprensa de seus anfitriões?

"Jornal do Brasil" declara guerra a "O Globo", com texto contundente contra Luiz Garcia

Uma bomba muito potente foi publicada no JB Online, contra O Globo e seu editorialista, Luiz Garcia. Reproduzo:

"DA REDAÇÃO - Em artigo intitulado 'JB', publicado na edição de 3.9.2010 de O Globo, o jornalista Luiz Garcia incorpora a cômica figura formulada pelo Embaixador Roberto Campos para caracterizar integrantes da pseudo-intelectualidade brasileira – o “arrognante”, personagem que mistura arrogância com ignorância.

A soberba recém-adquirida e a confortável superficialidade de Luiz Garcia são financiadas pelas benesses do oligopólio midiático a que serve.

Nos últimos dias, grandes jornalistas, como Miriam Leitão, analisaram profundamente a trajetória do Jornal do Brasil na TV Globo e no Globo. Outros, em vez de examinar a dinâmica tecnológica que fez o JB tornar-se o primeiro 100% digital do País, optaram por rememorar com nostalgia o JB dos anos 1950, 60 e 70.

Garcia, no entanto, em vez de analisar a evolução de técnicas e costumes, arroga-se ministrar lições de moral. O acidental professor de ética ensina: “o negócio do jornalismo tem uma característica rara e vital: é negócio, mas também é serviço público”. Como se essa característica não estivesse também presente em empresas de alimentação, remédios, hospitais, transportes, águas urbanas ou mesmo a padaria da esquina.

Que deve achar Luiz Garcia do (des)serviço público prestado à reconstrução democrática no país pela empresa a que fisiologicamente se ligou?

Talvez Garcia considere a mão que o alimenta, e a que agora Garcia retribui avassalado, o exemplo mais perfeito de ética jornalística e concorrencial. Ora, alguém com honestidade intelectual e mínimo conhecimento da história recente do País pode achar que a Globo ou O Globo são esses campeões da moral?

Os brasileiros não esquecem episódios desastrosos protagonizados pela empresa que sustenta Luiz Garcia. Nos anos 60 e 70, publicações como o Jornal do Brasil resistiram com altivez aos senhores da noite. Já O Globo cumpriu ordens obedientemente, às vezes com animação. Tornou-se o jornal preferido do governo autoritário.

O jornal de Luiz Garcia estampava em editorial no fatídico 1o. de abril de 1964, primeiro dia da implantação da Ditadura: “Ressurge a Democracia! Vive a Nação dias gloriosos“. Não surpreende se um Editorial como esse tenha sido escrito por Luiz Garcia.

Pretenso professor de moral, Luiz Garcia defende em seu artigo: “O jornal exerce o comércio de vender espaço para anunciantes, mas tem de fazê-lo segundo normas éticas”.

A etiqueta de Garcia o faz olhar para o lado quando seu jornal pratica o dumping e pressões quase criminosas contra anunciantes. Todo o mercado publicitário brasileiro sofre com a prática do monopólio. Por ele, impõem-se veículos “globais” a agências de publicidade e clientes. O Globo, ao exercer política de “exclusividade”, pratica níveis de descontos comerciais em que, caso o cliente anuncie em outro veículo, é ameaçado de retaliação.

As agências – e todos os outros veículos de comunicação no Brasil – são vitima dessa política, assim como dos incentivos dos veículos "globais". São as bonificações de volume, os conhecidos “BVs”, com prêmios em dinheiro – recompensa por determinados patamares de faturamento que atinjam. Espécie de aliciamento a que, constrangidas, as agências se submetem.

E pensar que Garcia, ao menos no nível do discurso, se arvora homem de supostos princípios de esquerda a que cosmeticamente abraçou em anos não muito distantes.

É um erro achar que Luiz Garcia seja alheio à “ética” concorrencial do jornal que o paga. Garcia, bastante conhecido no meio jornalístico por seu adesismo, é remunerado por uma empresa campeã do capitalismo cartorial.

E aí Garcia tem razão: de fato, o leitor não é bobo".


"Post" reproduz elogios da Reuters à performance da Ivete Sangalo

Um dos mais importantes jornais de NY, o "New York Post", publicou texto da agência Reuters no qual a baiana é chamada de "eletrizante, energética e fantástica". Tem mais: Sangalo é "rainha brasileira" para os editores da Reuters.
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Pô, o Madison ali do lado, e o Post nem mandou um repórter? Preferiu comprar texto da Reuters?

domingo, setembro 05, 2010

Namorado de Calvin Klein é ex-ator de filme pornô


O banho-de-loja é visível. Olha acima o rapaz antes e depois de ser alçado ao posto de namorado de um dos mais ricos estilistas americanos.
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Há muito que a tia Calvin, de 67 anos, já chutou o pau da barraca. São famosas, no Rio, suas incursões na sauna Clube 117, onde, recheado de dólares, entra, senta, bebe e manda separar todos os melhores garotos de programa para seu deleite. Paga generosamente, claro.
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Se qualquer biba brasileira paga R$ 50 por um programa, tia Calvin deixa US$ 500 na boa.
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O nome do novo namorado é Nick Gruber, se diz "modelo", tem 20 anos de idade. Os dois têm sido vistos juntos nas altas rodas de Nova York (será que foram ver a Ivete Sangalo?), mas só agora a vida pregressa do rapaz veio à tona.
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E pensa que a tia Calvin está aí pra isso? Que nada!
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A história é curiosa. Nick dava seus pitacos no mercado do filme pornô-gay usando três identidades: além do seu nome, era chamado de Nick London e
Aaron Skyline. Os sites americanos de calaçaria, tipo o "ModelMayhem", estão cheias de fotos dele em ponto-de-bala. O site norte-americano "Gawker" foi quem publicou a notícia, dizendo que Nick London era "o namorado de Calvin". Foi o bastante para o perfil sair do ar.
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Nick contracenou recentemente com o ator Mason Wyler, que teria anunciado que é soropositivo.
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Tia Calvin se trancou. Não dá entrevistas sobre o assunto.

No Madison, sem perder a caipirice

Já vi Bethânia e Whitney cantando no Madison Square Garden. Ao vivo. À época, não lembro de ter testemunhado tanta anunciação à moda Sangalo, quase que como se esta baiana estivesse pisando na lua.

Sinceramente, à parte a magia do palco da casa de shows americana, sou muito mais a Sala São Paulo. E acho uma caipirice essa babação de ovo em torno da rainha do axé, só porque ela conseguiu pisar nas cercanias da Broadway. Por que não conseguiria, já que é uma baita de uma estrela? Cantar no Square Garden é o caminho na-tu-ral de todas as grandes e ricas divas, e não se precisa tratar o assunto como se um ET estivesse sendo aguardado na platéia com seu O(V)NIbus. É só pagar o aluguel do espaço - pôr num avião alguns jornalistas baba-ovos, claro - e convocar a brasileirada de por perto. Espera só, como o ousado e maquiado deputado Elymar Santos ainda vai fazer isso um dia...

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Seja mais dona de si, tupinicada!

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Outra coisa que me incomodou nessa lenga-lenga toda foi o fato de ter lido que, no camarote dos "convidados" da Ivete Sangalo - gianecchines e companhias belas - , a turma brasileira foi obrigada a usar camiseta e algeminhas de acesso, aquelas tirinhas de plastiquinho colorido no pulso, que tal? Como numa Sapucaí básica, à la Justus e patroa, olha a foto. Ocorre que no Carnaval cabe, porque o Momo é dado a uma galhofa...

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Há algo de mais caipira do que isso?

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Francamente, fofa. Na América, VIP que é VIP se identifica pelo olhar. O Bill Cunningham, o Bruno Astuto do "Times", os conhece pelo derrière.

E tem mais uma pergunta: o autor dos figurinos da Sangalo americana ainda está solto? Prendam-no! Socorro! Mistura de Pucci, Galliano, Jacques Leclair e chita à la Julinho Rego, só no Pelourinho depois da meia noite - na calçada do restaurante da Dadá, com Paloma Amado lá dentro lavando a louçaria.

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PS. Estou doido para ler o que o Jon Pareles, crítico de música do “The New York Times”, achou do show. Ele foi convidado, ou só tinha espaço para as suzanas vieiras?

terça-feira, agosto 31, 2010

FRASE DA SEMANA: "Nós estamos no Jardim América, meu bem, axé não cabe mais". De Clô Souza e Silva, a Irene Ravache em Passione.

Olha a Clara do Totó sendo presa no aeroporto... Silvio de Abreu matando a pau...


A mocinha da Globonews em NY, agora há pouco, ao vivo, disse que "houvem vários ataques no Iraque"...

Ah, moleca!

EXCLUSIVO: Carlos Nuzman quer proibir o uso da marca "Rio".

O COB, Comitê Olímpico Brasileiro, enviou ofício ao Senado, documento assinado pelo ínclito e orçamentista rigoroso Carlos Artur Nuzman, pedindo para incluir "novos termos e expressões" no chamado Ato Olímpico, lei promulgada no fim do ano passado, que corrobora a Lei Pelé no que diz respeito ao uso, pelo COB, de certos símbolos e emblemas. Pasme. Dois pontos.
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O Nuzman quer proibir o uso, por quem não seja o COB, das seguintes expressões: "Jogos", "Jogos de verão", "Rio", "2016", "Dois mil e dezesseis", "Vinte dezesseis", "Medalhas", "Medalha de ouro", "Medalha de prata", "Medalha de bronze" e "Patrocinador".
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Que tal?
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Mas se alguém quiser associar a expressão "senil" ao Nuzman, tá valendo.

Todos ao cecê!

Segundo disse a catedrática Ana Maria Braga, da TV Globo, agora há pouco, "as células do corpo humano ficam presas na bolinha do desodorante rollon".
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Ah, moleca!

segunda-feira, agosto 30, 2010

A última cena de Oprah

Poderá acontecer no Soldier Field, em Chicago, o último programa apresentado pela célebre Oprah Winfrey, que planeja se aposentar das telas da TV. São 24 anos ininterruptos à frente da maior audiência da televisão americana, e Oprah não quer deixar passar em branco. A cena derradeira será ao vivo, com uma platéia de mais de 60 mil pessoas – a capacidade do campo de futebol.

Oprah, no entanto, põe em dúvida a questão climática local: "Ainda não sei se vai acontecer. Afinal, nunca se pode confiar no tempo em Chicago", comentou.