Nas conversas entre doleiros e executivos da Camargo Corrêa era comum o uso de nomes de animais.
- Jargões do tipo: o 'coelho já comeu' para dizer que os depósitos foram feitos; ou 'falta o camelo' comer; ou 'canguru deu pulo de dois quilômetros' para falar da alta do dólar paralelo; além de outros animais - relata a procuradora da República Karen Kahn.
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Que pouca vergonha. Como é que uma empresa do porte da CC se presta a um papel desses...
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